Letícia Colin vive em casa separada do marido: prática ganha adeptos
Letícia Colin e Michel Melamed optaram por viver em casas diferentes para conciliar a rotina de trabalho e preservar o espaço individual

Letícia Colin já contou que mora separada do marido, o ator, diretor e roteirista Michel Melamed . Embora tenham passado quase dois anos separados, eles reataram o casamento e optaram por viver em casas diferentes para conciliar a rotina intensa de trabalho e preservar o espaço individual de cada um.
“Tem vezes que a saudade aperta. Ainda mais gravando muito e Michel também com os projetos dele. Ele é dramaturgo, ele é ator, ele dirige, então são dois mundos intensos para conviverem assim”, explicou Letícia Colin à Quem. 5 imagens Fechar modal. 1 de 5 Leticia Colin e Michel Melamed
Letícia Colin como Adriana em Quem Ama Cuida

Leticia Colin posa durante uma gravação no GNT
Leticia Colin posa nos bastidores de uma gravação
A atriz, que interpreta a personagem Adriana em Quem Ama Cuida, contou que a família, incluindo o filho Uri, de 6 anos, já se adaptou ao novo formato . Para ela, a decisão é uma maneira de preservar a individualidade de cada um.

“A gente está lidando bem com isso e Uri está muito adaptado também. Eu acho que a vida pede movimento, pede resiliência, sabedoria para a gente se adaptar, para a gente se conhecer e para a gente levar a vida que a gente pode levar, real, concreta”, relatou Letícia Colin. Como funciona a prática Conhecido como LAT (living apart together) , o modelo, traduzido em português como “vivendo juntos, mas em casas separadas”, tem se tornado cada vez mais comum entre casais.
De acordo com a psicóloga especializada em relacionamentos Eudiléia Marcelino, esse formato é benéfico para pessoas que não lidam bem com a rotina ou se sentem sufocados pelo contato excessivo com o outro .
“Uma das principais vantagens é que ele pode facilitar o equilíbrio entre o espaço individual e o espaço conjugal, um dos desafios mais complexos da vida a dois”, explica a especialista ao Metrópoles . “Também pode deixar a relação mais leve, pois elimina a necessidade de se adaptar o tempo todo às demandas do outro.” 6 imagens Fechar modal. 1 de 6 Estar em um relacionamento saudável envolve uma troca de confiança

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Uma pesquisa publicada pelo National Library of Medicine apontou que a maioria dos indivíduos em uniões LAT vive em casas separadas por razões práticas .

“O LAT é mais comum entre jovens, aqueles matriculados no ensino superior, pessoas com atitudes liberais, pessoas altamente educadas e aqueles que já coabitaram ou foram casados. Pessoas mais velhas e divorciadas ou viúvas também são mais propensas a escolher o LAT para manter a independência”, afirmaram os pesquisadores do estudo.
Apesar dos benefícios, esse estilo de vida pode proporcionar algumas desvantagens, como maior custo de manutenção de duas casas e desafio logístico para famílias com filhos .
Outros problemas incluem a necessidade de um maior esforço para manter conexão emocional e o risco de que a distância física mascare questões mais profundas.

“Muitos casais acabam conflitando mais, pois morar em casas separadas pode aumentar a desconfiança e a insegurança se o casal não tem uma relação sólida”, finaliza a psicóloga Eudiléia Marcelino.








Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/leticia-colin-vive-em-casa-separada-do-marido-pratica-ganha-adeptos.

Reprodução/Instagram — Foto: Metrópoles
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