Laudo descarta que jovem torturado no PR foi jogado de prédio; vítima caiu ao tentar fugir das agressões
Perícia aponta tentativa de acesso a apartamento antes de queda de jovem em Londrina Um laudo feito pela Polícia Científica e entregue à Polícia Civil (PC-PR) apontou que Alexandre Rodrigues Ramos, de 27 anos, não foi jogado do 14º andar de um prédio de Londrina, no norte do Paraná. Segundo o delegado Roberto Fernandes, responsável pelas investigações, o rapaz caiu ao tentar fugir da tortura a qual foi submetido. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp A queda aconteceu no dia 14 de agosto, após Alexandre ter sido agredido, dopado e torturado por colegas da namorada dele por conta do suposto
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"Os presos foram autuados pelo crime de tortura. Esse crime, para nós, de acordo com os depoimentos, já está configurado. Entretanto, o crime de tortura tem uma pena maior quando ocorre a morte. Essa morte, ainda que não tenha ocorrido diretamente da tortura, nós entendemos que ela decorreu da situação, ou seja, da vítima tentar fugir do cativeiro. Se ao final ficar configurada só a tortura, a pena é de 2 a 8 anos. Se ficar configurada a tortura com o resultado morte, a pena vai para 8 a 16 anos, com o agravante do cativeiro, do sequestro, que ainda pode ser aumentada de 1/6 a 1/3", explica o delegado.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/08/30/laudo-descarta-que-jovem-torturado-no-pr-foi-jogado-de-predio.ghtml.
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