Laudo afirma que seria impossível PM Gisele ter atirado na própria cabeça
O novo laudo produzido pelo Instituto de Criminalística aponta participação de uma segunda pessoa na dinâmica da morte da PM Gisele

Um novo laudo, produzido pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil paulista e anexado ao processo que investiga as circunstâncias da morte Gisele Alves Santana, de 32 anos , reforçou a conclusão de que a policial militar ( PM ) não teria cometido suicídio e apontou a participação de uma segunda pessoa na dinâmica .
Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo
Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos

Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita
Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta
Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás

Gisele teria tentado se separar do tenente-coronel, mas estava em uma relação considerada abusiva por familiares
O réu, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 54 anos, está preso e é acusado de feminicídio e fraude processual por ter forjado a cena de suicídio da então esposa .
O documento, obtido pelo Metrópoles , foi adicionado ao processo nessa sexta-feira (2/10) e elaborado para responder os questionamentos feitos pela defesa do oficial.







Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/sao-paulo/laudo-impossivel-gisele-suicidio.

Arquivo pessoal — Foto: Metrópoles
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