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    Justiça reconhece pai biológico e mantém pai socioafetivo no registro de criança em SC; entenda

    Prédio do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Mauricio Vieira/NCI TJSC/Divulgação A Justiça de Santa Catarina reconheceu a paternidade biológica de um homem e, ao mesmo tempo, manteve no registro civil a paternidade socioafetiva de outro homem, que assumiu a função de pai desde o nascimento da criança (entenda mais abaixo). A decisão, divulgada na quinta-feira (23) pela 2ª Vara da Família de Joinville, no Norte, considerou que o vínculo afetivo construído entre o pai socioafetivo e a criança deverá ser preservado. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp De acordo com o processo, a crianç

    G1
    27 de setembro de 2026 às 08:00
    Justiça reconhece pai biológico e mantém pai socioafetivo no registro de criança em SC; entenda
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    Prédio do Tribunal de Justiça de Santa Catarina — Foto: Mauricio Vieira/NCI TJSC/Divulgação

    A Justiça de Santa Catarina reconheceu a paternidade biológica de um homem e, ao mesmo tempo, manteve no registro civil a paternidade socioafetiva de outro homem , que assumiu a função de pai desde o nascimento da criança ( entenda mais abaixo ).

    A decisão, divulgada na quinta-feira (23) pela 2ª Vara da Família de Joinville , no Norte, considerou que o vínculo afetivo construído entre o pai socioafetivo e a criança deverá ser preservado .

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    De acordo com o processo, a criança foi registrada ao nascer pela mãe e pelo então companheiro dela, que sabia que poderia não ser o pai biológico. Anos depois, um exame de DNA confirmou a paternidade de outro homem. Com o resultado, a família pediu à Justiça a inclusão do pai biológico e a exclusão do pai registral .

    Durante a ação, o Ministério Público (MP) concordou com o reconhecimento da paternidade biológica, mas solicitou um estudo social antes de avaliar a retirada do vínculo socioafetivo . O laudo psicológico apontou que o pai registral exerceu a função paterna de forma ativa nos primeiros anos da criança.

    Na avaliação, a criança reconheceu ambos como pais . Um estudo social, por sua vez, apontou que a convivência atual entre ela e o pai socioafetivo havia diminuído, razão pela qual recomendou a retirada da paternidade do registro.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/09/27/justica-reconhece-pai-biologico-e-mantem-pai-socioafetivo-no-registro-de-crianca-em-sc-entenda.ghtml.

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