Justiça manda abrir "caixa-preta" de celular no caso do tenente Pimentel
Decisão cobra dados brutos de celular de réu; aparelho do tenente baleado na cabeça não constou entre itens entregues à Polícia Civil

A Justiça determinou a abertura da “caixa-preta” da perícia feita no celular de Carlos Roberto Ferreira, um dos réus pelo atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, em 27 de junho.
A medida ocorre após a defesa alegar que dados do aparelho teriam sido acessados antes da autorização judicial, além de questionar a cadeia de custódia da prova digital . A Justiça rejeitou o pedido para invalidar o material, por ora, mas determinou novas diligências.
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Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia Pimentel
O Instituto de Criminalística terá 20 dias para disponibilizar os dados brutos — chamados de raw data — da extração feita no celular.
Também deverão ser entregues os logs de auditoria do sistema forense utilizado e o código hash original vinculado à extração. Esse código funciona como uma assinatura digital e permite verificar a integridade dos dados analisados.







Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/alfredo-henrique/justica-manda-abrir-caixa-preta-de-celular-no-caso-do-tenente-pimentel.

Arte/Metrópoles — Foto: Metrópoles
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