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    Justiça Federal condena Ambev a pagar R$ 750 mil por poluição do Rio Parnaíba e interrupção de água em Teresina

    Ponte da Amizade liga Teresina (PI) a Timon (MA) sobre o Rio Parnaíba Reprodução/TV Clube A Ambev foi condenada pela Justiça Federal no Piauí a pagar R$ 750 mil por danos morais coletivos devido à poluição do Rio Parnaíba e à interrupção do abastecimento de água em Teresina. A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontou o lançamento de resíduos químico-industriais acima dos limites permitidos. Segundo o MPF, a poluição do rio comprometeu a captação de água e provocou a paralisação do abastecimento da capital nos dias 25 e 26 de junho e 2 e 3 de julho de 2013. A

    G1
    14 de agosto de 2026 às 10:51
    Justiça Federal condena Ambev a pagar R$ 750 mil por poluição do Rio Parnaíba e interrupção de água em Teresina
    Foto: G1

    Ponte da Amizade liga Teresina (PI) a Timon (MA) sobre o Rio Parnaíba — Foto: Reprodução/TV Clube

    A Ambev foi condenada pela Justiça Federal no Piauí a pagar R$ 750 mil por danos morais coletivos devido à poluição do Rio Parnaíba e à interrupção do abastecimento de água em Teresina . A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontou o lançamento de resíduos químico-industriais acima dos limites permitidos .

    Segundo o MPF, a poluição do rio comprometeu a captação de água e provocou a paralisação do abastecimento da capital nos dias 25 e 26 de junho e 2 e 3 de julho de 2013 . A ação civil pública foi apresentada em 2021 .

    Agora no g1
    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    O g1 procurou a Ambev para saber se a empresa pretende recorrer da decisão e para obter um posicionamento sobre a condenação, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

    A sentença foi baseada em laudos periciais da Polícia Federal produzidos durante a Operação Rio Verde. As investigações identificaram, além do ponto oficial de lançamento de efluentes tratados, um segundo ponto de descarga clandestino na fábrica.

    O descarte ocorria por meio de uma caixa de captação de águas pluviais que apresentava alta carga orgânica e concentrações elevadas de metais como cádmio, cobre, ferro, manganês e zinco, conforme os laudos apresentados no processo.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2026/08/14/justica-federal-condena-poluicao.ghtml.

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    Agora no g1 — Foto: G1

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