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    Justiça do Trabalho tem plantão nacional contra assédio eleitoral; veja como denunciar

    A Justiça do Trabalho de todo o país tem plantão contra assédio eleitoral dentro da campanha "No meu voto mando eu" . Neste domingo, 4 de outubro, 1º turno das eleições 2026 , os TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho) e o MPT (Ministério Público do Trabalho) manterão plantão para receber denúncias e processar medidas urgentes relacionadas a casos do tipo. Leia mais (10/04/2026 - 10h58)

    Folha de S.Paulo
    4 de outubro de 2026 às 13:58
    Justiça do Trabalho tem plantão nacional contra assédio eleitoral; veja como denunciar
    Mão aponta para a tela de urna eletrônica branca com teclado numérico e botões coloridos. Tela exibe interface de votação com texto e números. Fundo desfocado mostra pessoas em traje escuro. — Foto: Folha de S.Paulo

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    A Justiça do Trabalho de todo o país tem plantão contra assédio eleitoral dentro da campanha "No meu voto mando eu" . Neste domingo, 4 de outubro, 1º turno das eleições 2026 , os TRTs (Tribunais Regionais do Trabalho) e o MPT (Ministério Público do Trabalho) manterão plantão para receber denúncias e processar medidas urgentes relacionadas a casos do tipo.

    Urna eletrônica usada em cerimônia pública de apresentação para a eleição de 2026 - 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress · 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress
    Urna eletrônica usada em cerimônia pública de apresentação para a eleição de 2026 - 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress · 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A denúncia pode ser feita por meio deste link e pelo plantão do WhatsApp (61) 99175-3837. Mais informações são obtidas pelo telefone (61) 3314-8222. A Justiça orienta a guardar todas as provas como mensagens de WhatsApp, emails, áudios, vídeos e registros de tela de redes sociais, entre outras

    Os TRTs mantêm canais permanentes para receber denúncias.

    Segundo o juiz auxiliar da presidência do CSJT (Conselho Superior da Justiça do Trabalho) Rodrigo Trindade de Souza, todos os TRTs deverão manter plantão para receber e processar medidas urgentes relacionadas ao assédio eleitoral, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

    Famosos vão às urnas no 1º turno das Eleições 2026
    Famosos vão às urnas no 1º turno das Eleições 2026 — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    O plantão, neste domingo de votação, poderá ser acionado se o empregador não liberar o funcionário para votar, por exemplo. Também podem chegar à Justiça do Trabalho denúncias de ameaças de dispensa, retaliações, propaganda eleitoral no local de trabalho e orientações sobre candidatos, partidos e programas e outras questões políticas.

    O CSJT faz campanha em parceria com o MPT e com o TST (Tribunal Superior do Trabalho).

    O número de denúncias de assédio eleitoral no trabalho registradas pelo MPT ( Ministério Público do Trabalho) disparou e chegou a 809 de janeiro a setembro deste ano. No mesmo período de 2022, ano da última eleição geral, havia sido contabilizadas 85 denúncias até setembro.

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    O crescimento se concentrou nas últimas semanas. Apenas em setembro, foram registradas 545 denúncias, contra 68 no mesmo mês de 2022. O número de casos recebidos pelo MPT no mês é oito vezes maior que o de quatro anos atrás.

    O assédio eleitoral é caracterizado por pressão, ameaça, constrangimento, intimidação ou promessa de benefício para influenciar o voto, a posição política ou a participação eleitoral do trabalhador.

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    Trilili Urna Eletrônica
    Trilili Urna Eletrônica — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A prática pode partir de empregadores ou superiores hierárquicos, mas também pode envolver colegas e grupos de trabalhadores. Entre os exemplos estão ameaças de demissão, promessa de benefícios em troca de apoio político, exigência de participação em atos de campanha e monitoramento das manifestações políticas dos funcionários.

    É pressão, ameaça, constrangimento, intimidação ou promessa de benefício para influenciar voto, posição política ou participação eleitoral no trabalho. Pode ocorrer entre chefias, trabalhadores e colegas, presencialmente ou por mensagens, reuniões, WhatsApp, emails e redes corporativas.

    Assédio psicológico ou terror psicológico:

    O trabalhador deve denunciar ao Ministério Público do Trabalho, à Justiça Eleitoral ou às ouvidorias dos Tribunais Regionais do Trabalho, inclusive pela internet. No TST , há este formulário .

    É preciso denunciar ao MPT, ao TST ou aos tribunais regionais do trabalho. Na empresa, ninguém pode ameaçar ou pressionar o funcionário por seu voto.

    O que pode acontecer com a empresa que pratica assédio eleitoral?

    O empregador que praticar assédio ou permitir a prática pode ter as seguintes punições:

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/10/justica-do-trabalho-tem-plantao-nacional-contra-assedio-eleitoral-veja-como-denunciar.shtml.

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    Urna eletrônica usada em cerimônia pública de apresentação para a eleição de 2026 - 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress · 23.set.26 - Zanone Fraissat/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo

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