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    Justiça condena multinacional a indenizar funcionário que recebeu certificado ‘Escravo CLT’ em SP

    Unidade da Kimberly-Clark em Suzano Reprodução / Google Maps A Justiça do Trabalho condenou a Kimberly-Clark Brasil a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um técnico de segurança do trabalho terceirizado que recebeu um certificado com o título “1º Escravo CLT” durante uma confraternização de fim de ano. O caso aconteceu na filial da empresa em Suzano (SP). A sentença foi proferida nesta terça-feira (29) pela 1ª Vara do Trabalho de Suzano. A empresa também foi condenada ao pagamento de honorários advocatícios de 10% pela empresa. Cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª

    G1
    30 de setembro de 2026 às 18:16
    Justiça condena multinacional a indenizar funcionário que recebeu certificado ‘Escravo CLT’ em SP
    Foto: G1

    Unidade da Kimberly-Clark em Suzano — Foto: Reprodução / Google Maps

    A Justiça do Trabalho condenou a Kimberly-Clark Brasil a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um técnico de segurança do trabalho terceirizado que recebeu um certificado com o título “1º Escravo CLT” durante uma confraternização de fim de ano. O caso aconteceu na filial da empresa em Suzano (SP).

    A sentença foi proferida nesta terça-feira (29) pela 1ª Vara do Trabalho de Suzano. A empresa também foi condenada ao pagamento de honorários advocatícios de 10% pela empresa. Cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2).

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    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    A Kimberly-Clark Brasil informou que tomou conhecimento da sentença referente aos fatos ocorridos durante uma confraternização de funcionários terceirizados na sua fábrica de Suzano em 2024. A empresa lamentou o ocorrido e destacou que a ação partiu de um pequeno grupo de pessoas e não condiz com os valores da companhia ( veja abaixo a nota na íntegra ).

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    O caso aconteceu em 6 de dezembro de 2024, durante uma confraternização de encerramento de ano organizada pelo setor de EHS (Meio Ambiente, Saúde e Segurança) no grêmio esportivo da fábrica.

    Durante a dinâmica, chamada “Melhores do Ano 2024”, o funcionário terceirizado foi chamado publicamente para receber um documento. O certificado impresso tinha o título “1º Escravo CLT”, além da assinatura de um supervisor e de um carimbo com o nome e o endereço da filial da Kimberly-Clark em Suzano.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2026/09/30/justica-condena-multinacional-a-indenizar-funcionario-que-recebeu-certificado-escravo-clt-em-sp.ghtml.

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