Juntos há mais de 10 anos, pai relembra como foi criar sozinho o filho após adoção no interior de SP: 'Amor é uma construção diária'
Ruyter Luciano Silva ao lado do filho José Augusto; família é de Presidente Prudente (SP) José Augusto/Arquivo pessoal O significado de família vai muito além de ter o mesmo DNA, e a adoção responsável exemplifica bem isso. Juntos há mais de 10 anos, o servidor público Ruyter Luciano Silva, de 50 anos, relembra como foi criar sozinho o filho José Augusto após a adoção do jovem, em Presidente Prudente (SP). No Dia dos Pais, celebrado neste domingo (9), o g1 conta a história da família de Ruyter e José Augusto, que começou em 2014. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no What
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Ruyter Luciano Silva ao lado do filho José Augusto; família é de Presidente Prudente (SP) — Foto: José Augusto/Arquivo pessoal
O significado de família vai muito além de ter o mesmo DNA, e a adoção responsável exemplifica bem isso. Juntos há mais de 10 anos, o servidor público Ruyter Luciano Silva, de 50 anos, relembra como foi criar sozinho o filho José Augusto após a adoção do jovem, em Presidente Prudente (SP).
No Dia dos Pais , celebrado neste domingo (9), o g1 conta a história da família de Ruyter e José Augusto, que começou em 2014.

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“Minha motivação em adotar vem de um tempo distante, quando trabalhei na Febem [atual Fundação Casa] de São Paulo, no setor S.O.S. Criança acolhendo crianças e adolescentes em situação vulnerável.”
Quando voltou a morar em Presidente Prudente, o servidor público civil percebeu que muitas crianças só precisavam de uma segunda chance. “Veio daí minha vontade de ser pai adotivo. Me cadastrei no Fórum, entrei na lista de adoção e conheci o José no Lar Santa Filomena, a convite da psicóloga do Fórum.”
José Augusto, de 22 anos, tinha apenas nove quando esteve no lar de acolhimento. Ele permaneceu no Lar Santa Filomena por quase um ano e recebeu apoio da instituição. “Vi ele entrando na secretaria e fiquei pensando: ‘Quem será que é?’, até que me chamaram dizendo que tinha alguém que queria me conhecer.”
Na época da adoção, o pai comenta que havia outros 56 casais na frente dele na fila de adoção; no entanto, ninguém queria uma criança de nove anos.
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Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-e-regiao/noticia/2026/08/09/juntos-ha-mais-de-10-anos-pai-relembra-como-foi-criar-sozinho-o-filho-apos-adocao-no-interior-de-sp-amor-e-uma-construcao-diaria.ghtml.

Casal homoafetivo do AC celebra adoção do filho por meio da entrega voluntária — Foto: G1
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