Juiz indígena é afastado de tribunal e diz ser vítima de perseguição; entidade pede apuração do CNJ
Juiz indígena afastado de tribunal diz ser vítima de perseguição A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que investigue o afastamento do juiz indígena Yves Luan Carvalho Guachala, de 37 anos, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Para a entidade, o magistrado foi vítima de perseguição etno-ideológica motivada por sua origem indígena e pelo teor de decisões tomadas na comarca onde atuava (veja detalhes mais abaixo). 🔎O CNJ contabiliza há apenas 24 juízes que se autodeclaram indígenas no Brasil, representando 0,1% do total (18.931). Enq
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a imediata apuração, movimentação e andamento do processo na Corregedoria Nacional de Justiça, com a respectiva oitiva das testemunhas de defesa; o acompanhamento rigoroso por parte do Fonepi, assegurando que as garantias de equidade racial e respeito à diversidade não sejam violadas no julgamento do TJSC; a adoção de providências para coibir o uso de corregedorias locais como instrumentos de perseguição etno-ideológica e retaliação pelo estrito cumprimento da jurisprudência das Cortes Superiores.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/08/09/juiz-indigena-e-afastado-de-tribunal-e-diz-ser-vitima-de-perseguicao-entidade-pede-apuracao-do-cnj.ghtml.
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