Jogadores na nuvem: como a seleção brasileira encurta distância com clubes de vôlei da Europa
Acompanhamento à distância e mesma língua em quadra: os bastidores da preparação do Brasil No papel, o Maracanãzinho é o palco onde a seleção brasileira de vôlei masculino disputa o Pré-Olímpico em busca da vaga antecipada para os Jogos de Los Angeles 2028. Na prática, o ponto de encontro presencial é apenas a ponta do iceberg de um trabalho que dura o ano inteiro, mesmo quando os atletas estão separados por fusos horários, oceanos e filosofias de jogo completamente distintas. Torcedores montam a escalação dos sonhos da seleção masculina de vôlei Entre atletas atuando no Brasil, na Europa e no
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- É sempre um trabalho difícil no início da temporada, todo mundo em situações diferentes, às vezes um campeonato acabou pra um e o outro não. Esse é o maior dilema da comissão, que é todo mundo entrar na mesma sintonia. Porque além de campeonatos diferentes, o estilo de jogo de cada um também é diferente, é uma coisa que varia muito. E o treinamento é o que faz isso dar certo. Não tem outro jeito. A gente sempre vai criar conversa, mas acho que quando você treina bem e você se comunica bem, você faz esses desencontros se juntarem e fazer o jogo acontecer – pontua o central Judson.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/volei/noticia/2026/09/18/jogadores-na-nuvem-como-a-selecao-brasileira-encurta-distancia-com-clubes-de-volei-da-europa.ghtml.
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