Jô abre o jogo sobre prisões, festas de Ronaldinho e problemas com o álcool: "Não tinha controle"
Jô admite problemas financeiros após aposentadoria: “Outro padrão de vida” João Alves de Assis Silva tenta assimilar a mudança de vida depois de encerrar uma vitoriosa carreira de pouco mais de 20 anos como jogador de futebol. Com passagens por Corinthians, Atlético-MG, Internacional, Manchester City e seleção brasileira, o ex-atacante Jô admite que precisa reaprender a viver aos 39 anos. O recomeço passa por administrar o que restou do patrimônio e buscar novas fontes de receita agora sem os vencimentos milionários. O padrão de vida mudou, e as incertezas sobre o futuro agora estão presentes
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Como foi para o Jô, com 16 anos, subir ao profissional do Corinthians e ser titular? – Foi muito complicado, porque era o primeiro ano de juvenil. Eu lembro que ia para casa e soltava pipa. Duas semanas depois, eu estava jogando no profissional. Para assimilar isso foi bem complicado, mas tive o auxílio da minha família. Meu pai e minha mãe, na época, falaram assim: "cara, agora é o que você estava trabalhando até aqui, agora é a sua chance". Entrei numa transição em que muitos jovens estavam subindo. Na época, Rosinei, Abuda, Bobô, Betão, Coelho, uma série de jogadores para começar uma reconstrução de uma equipe vitoriosa. A pressão é muito grande. Só de vestir a camisa do Corinthians já é pressão, imagina com 16 anos, com um tanto de garotada. Mas acho que a gente se saiu bem. Praticamente a maioria, cada um foi para o seu canto seguir a própria carreira, e a gente conseguiu superar essa parte de transição.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/abre-aspas/noticia/2026/08/14/jo-abre-o-jogo-sobre-prisoes-festas-de-ronaldinho-e-problemas-com-o-alcool-nao-tinha-controle.ghtml.
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