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    James Webb revela detalhes inéditos da Nebulosa do Leão, a 5 mil anos-luz da Terra

    Nebulosa do Leão (NGC 2392) em imagem do telescópio James Webb. NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan O telescópio espacial James Webb registrou uma nova e detalhada imagem da NGC 2392, conhecida como Nebulosa do Leão, localizada a cerca de 5 mil anos-luz da Terra. A observação permite enxergar estruturas de gás e poeira que apareciam com menos nitidez nas imagens feitas pelo Hubble em 2000 e mostra como os restos de uma estrela em processo de morte continuam transformando o material ao redor (veja comparação das duas imagens mais ABAIXO). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de

    G1
    15 de agosto de 2026 às 08:00
    James Webb revela detalhes inéditos da Nebulosa do Leão, a 5 mil anos-luz da Terra
    Foto: G1

    Nebulosa do Leão (NGC 2392) em imagem do telescópio James Webb. — Foto: NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan

    O telescópio espacial James Webb registrou uma nova e detalhada imagem da NGC 2392 , conhecida como Nebulosa do Leão, localizada a cerca de 5 mil anos-luz da Terra .

    A observação permite enxergar estruturas de gás e poeira que apareciam com menos nitidez nas imagens feitas pelo Hubble em 2000 e mostra como os restos de uma estrela em processo de morte continuam transformando o material ao redor (veja comparação das duas imagens mais ABAIXO).

    Imagens da Nebulosa do Leão (NGC 2392) feitas pelo Hubble, em 2000, e pelo James Webb. — — Foto 1: NASA/ESA/STScI — Foto 2: NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan
    Imagens da Nebulosa do Leão (NGC 2392) feitas pelo Hubble, em 2000, e pelo James Webb. — — Foto 1: NASA/ESA/STScI — Foto 2: NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan — Foto: G1 · Fonte: G1

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    🔭 ENTENDA: Apesar do nome, uma nebulosa planetária não tem relação com planetas. Ela surge quando uma estrela de menor massa, semelhante ao Sol, chega ao fim de sua vida e começa a lançar suas camadas externas para o espaço.

    No centro sobra um núcleo extremamente quente, chamado de anã branca , que continua emitindo energia e alterando o gás e a poeira ao redor.

    Imagem NASA/ESA/STScI
    Imagem NASA/ESA/STScI — Foto: G1 · Fonte: G1

    É justamente essa anã branca que está no coração da Nebulosa do Leão. Sua radiação aquece e empurra o material expelido pela antiga estrela, formando a estrutura que lembra o rosto de um leão.

    A região externa, semelhante a uma juba , é formada por uma camada de poeira iluminada pelo núcleo central.

    As novas imagens do Webb também deixam mais evidentes pequenos aglomerados de poeira que conseguiram resistir à radiação da estrela.

    Imagem NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan
    Imagem NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan — Foto: G1 · Fonte: G1

    Alguns deles formam estruturas alongadas, parecidas com caudas de cometa , e funcionam como pequenos escudos, protegendo o material que fica atrás.

    O Webb consegue observar esse cenário em infravermelho, uma faixa de luz diferente daquela registrada pelo Hubble em sua imagem de 2000.

    Agora no g1
    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/08/15/james-webb-nebulosa-do-leao.ghtml.

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    Imagens da Nebulosa do Leão (NGC 2392) feitas pelo Hubble, em 2000, e pelo James Webb. — — Foto 1: NASA/ESA/STScI — Foto 2: NASA, ESA, CSA, STScI/Alyssa Pagan — Foto: G1

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