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    Investidor brasileiro segue cauteloso com mineração e papel e celulose, avalia BBA

    Logo da Vale na NYSE (Foto: REUTERS) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2026-03-04T142216Z_1_LYNXMPEM2310U_RTROPTP_4_USA-STOCKS.jpg?fit=1280%2C853&quality=70&strip=all" />Incertezas sobre as commodities e valuations menos atrativos levaram 43% dos entrevistados a reduzir a exposição aos setores de mineração e metais e papel e celulose The post Investidor brasileiro segue cauteloso com mineração e papel e celulose, avalia BBA appeared first on InfoMoney .

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    9 de setembro de 2026 às 14:45
    Investidor brasileiro segue cauteloso com mineração e papel e celulose, avalia BBA
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    O sentimento dos investidores brasileiros em relação aos setores de mineração e metais e papel e celulose continua cauteloso, segundo pesquisa do Itaú BBA com cerca de 50 investidores.

    As incertezas sobre as commodities e valuations menos atrativos levaram 43% dos entrevistados a reduzir a exposição aos dois segmentos desde o fim de 2025.

    Entre os principais fatores de preocupação estão a alta dos custos provocada pelo petróleo mais caro, a fraqueza da demanda e dos preços do aço no Brasil e o avanço da integração vertical da China na produção de celulose.

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    O posicionamento dos investidores continua conservador, com 84% destinando menos de 10% dos portfólios aos setores de mineração, metais, papel e celulose. Além disso, cerca de 60% não pretendem aumentar a exposição a esses segmentos em 2027.

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    Petróleo e gás e distribuição aparecem como os segmentos preferidos dentro do universo de commodities, com 47% das respostas, seguidos por mineração, com 31%, papel e celulose, com 12%, e siderurgia, com 8%.

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    Entre as ações de mineração e metais, a Vale ( VALE3 ) continua como a preferida dos investidores, com 40% dos votos, seguida pela Gerdau ( GGBR4 ), com 26%. A Ternium foi o principal destaque positivo da pesquisa, com a preferência subindo de 0% para 12% em oito meses.

    Já a Aura (BDR: AURA33 ) caiu significativamente, de 29% para 8%, provavelmente refletindo realização de lucros após a forte valorização da ação, de 60% no acumulado do ano.

    No setor de papel e celulose, a Suzano segue como a principal escolha, com 79% dos votos, devido ao seu valuation atrativo, de 5,4 vezes EV/EBITDA (Valor da Firma sobre EBITDA) estimado para 2026 e FCF yield de aproximadamente 12% para 2027, além da melhora recente do preço da celulose no curto prazo e das características de proteção cambial.

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    Embora 80% dos investidores esperem que os preços da celulose de fibra curta fiquem, em média, entre US$ 550 e US$ 599 por tonelada em 2027, acima da estimativa do banco de US$ 550 por tonelada, apenas 8% esperam aumentar a exposição a Papel e Celulose no próximo ano, enquanto 36% projetam reduzir suas alocações.

    Para o aço, a expectativa predominante é de estabilidade dos preços brasileiros de bobina laminada a quente (HRC) e vergalhão no segundo semestre de 2026. Sobre a renovação do USMCA, acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá, 88% dos entrevistados esperam uma definição entre o quarto trimestre de 2026 e o primeiro trimestre de 2027.

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