Inundações repentinas no Nepal atingem rota popular entre turistas
Verão costuma atrair centenas de peregrinos hindus, budistas, jainistas e da tradição Bon para a região do Monte Kailash

As inundações que mataram mais de 150 pessoas ao longo da fronteira entre a China e o Nepal nesta quarta-feira (26) atingiram uma rota popular entre peregrinos e turistas.
O verão costuma atrair centenas de peregrinos hindus, budistas, jainistas e da tradição Bon para a região do Monte Kailash, uma montanha tibetana reverenciada por todas essas religiões.
Os peregrinos frequentemente percorrem a pé uma trilha de alta altitude com cerca de 48 quilômetros ao redor dessa montanha de formato piramidal característico. No entanto, nenhum alpinista jamais chegou oficialmente ao seu cume; o governo chinês proíbe escaladas devido ao significado religioso do pico.

Inúmeras agências de viagens e de trekking oferecem pacotes para conduzir pessoas entre Katmandu, a capital do Nepal , e o Monte Kailash, embora o acesso dos peregrinos ao local tenha sido interrompido diversas vezes nos últimos anos devido à pandemia de Covid-19 e a disputas políticas entre a China e a Índia.
As inundações atingiram uma rota terrestre entre Katmandu e o Tibete, muito utilizada por esses grupos de turismo. Um guru indiano afirmou em uma rede social que 77 peregrinos guiados por sua organização estavam na fronteira sino-nepalesa quando o desastre começou e continuam desaparecidos.
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Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/inundacoes-repentinas-no-nepal-atingem-rota-popular-entre-turistas/.

Sobrevivente é transportado em escavadeira após enchente repentina em Trishuli, no distrito de Nuwakot, no Nepal 26 de agosto de 2026 • REUTERS/Navesh Chitrakar · • REUTERS/Navesh Chitrakar — Foto: CNN Brasil
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