Interesses específicos afetam o planejamento energético no Brasil
Quando decisões são tomadas sem o devido estudo técnico, quem paga a conta é o consumidor

Poucos setores da economia dependem tanto de coordenação de longo prazo quanto o elétrico: usinas de geração e linhas de transmissão de energia levam anos para serem construídas e amortizadas, e um erro de planejamento hoje só aparece na conta de luz anos depois. Foi para lidar com esse horizonte que o Brasil construiu a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), instituições que existem para transformar planejamento técnico em previsibilidade de décadas. Apesar disso, esse desenho vem sendo corroído aos poucos por decisões movidas a interesses específicos no setor.
Publicado originalmente por Exame. Leia a matéria completa em https://exame.com/esg/planejamento-energetico-brasil/.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

