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    Instalação no Sesc Pompeia denuncia marcas do tráfico de escravizados

    As marcas do tráfico transatlântico de africanos escravizados, considerado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas como o crime mais grave já praticado contra a humanidade , são denunciadas pela obra O Barco , que pode ser visitada a partir desta terça-feira (22) no Sesc Pompeia, em São Paulo. Durante cerca de 400 anos, milhões de africanos foram sequestrados e vendidos como mercadorias em colônias de nações europeias, crime que continuou a ser cometido mesmo após a independência de algumas delas. Notícias relacionadas: ONU: escravização de africanos foi maior crime contra human

    Agência Brasil
    22 de setembro de 2026 às 21:16
    Instalação no Sesc Pompeia denuncia marcas do tráfico de escravizados
    Foto: Agência Brasil

    As marcas do tráfico transatlântico de africanos escravizados, considerado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas como o crime mais grave já praticado contra a humanidade , são denunciadas pela obra O Barco , que pode ser visitada a partir desta terça-feira (22) no Sesc Pompeia, em São Paulo. Durante cerca de 400 anos, milhões de africanos foram sequestrados e vendidos como mercadorias em colônias de nações europeias, crime que continuou a ser cometido mesmo após a independência de algumas delas. Notícias relacionadas: ONU: escravização de africanos foi maior crime contra human

    Publicado originalmente por Agência Brasil. Leia a matéria completa em https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-09/instalacao-no-sesc-pompeia-denuncia-marcas-do-trafico-de-escravizados.

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