Insônia: 4 em cada 10 pessoas tomam medicamentos que não são indicados para o tratamento da doença, revela pesquisa
Pesquisa da USP alerta para riscos da automedicação em casos de insônia Uma pesquisa da Universidade de São Paulo alerta para os riscos da automedicação em casos de insônia. Um em cada três brasileiros vai se identificar. Você deita na cama, mas não consegue dormir. No meio da noite, acorda e leva o cansaço para o dia inteiro. Se isso ocorre pelo menos três vezes por semana por três meses, esse é o chamado transtorno de insônia. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A mente do professor Nelson Sartori começou a não descansar com o fim do casamento de 24 anos. “A g
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“Na terapia, a gente tem que construir hábitos. Tem que mudar estilos de vida, explorar outros fatores que podem estar mantendo a insônia desse paciente. É muito comum que que as pessoas com insônia pensem: ‘Eu preciso dormir oito horas, senão vou ter um dia arruinado’, ou ‘se eu não dormir bem essa noite, eu não vou conseguir trabalhar bem no outro dia’. Então, na terapia cognitiva, eles vão trabalhar justamente o quanto é real esses pensamentos, o quanto esses pensamentos, muitas vezes, podem estar deixando a pessoa ainda mais desperta”, explica Renatha El Rafihi.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/08/07/insonia-4-em-cada-10-pessoas-tomam-medicamentos-que-nao-sao-indicados-para-o-tratamento-da-doenca-revela-pesquisa.ghtml.
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