Indústria de pagamentos pode aumentar eficiência energética em 15%, diz paytech
A indústria de pagamentos digitais pode aumentar sua relevância na eficiência energética . Essa otimização pode gerar economia de até 15%, a depender do cenário, estima a Akua, empresa de infraestrutura de tecnologia baseada em inteligência artificial e que atua no setor. Leia mais (08/21/2026 - 10h00)

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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A indústria de pagamentos digitais pode aumentar sua relevância na eficiência energética . Essa otimização pode gerar economia de até 15%, a depender do cenário, estima a Akua, empresa de infraestrutura de tecnologia baseada em inteligência artificial e que atua no setor.
Na prática, isso significaria processar cerca de 1,18 milhão de transações com a mesma quantidade de energia hoje usada para realizar um milhão.

O crescimento do mercado de pagamentos digitais, a IA e a computação em nuvem têm feito crescer o consumo de energia. A IEA (Agência Internacional de Energia) estima que a demanda global de eletricidade necessária aos data centers deve dobrar até 2030.
A estimativa de redução de consumo de energia e otimização de processos em 15% toma como referência estudos da AWS, empresa da Amazon . Esses mostram que a infraestrutura em nuvem da empresa pode ser até 4,1 vezes mais eficiente em termos energéticos do que ambientes tradicionais.
A paytech lançou iniciativa batizada de Green Akua. Ela se propõe a medir, atribuir e buscar reduzir a pegada ambiental gerada pela infraestrutura que sustenta os pagamentos digitais.
A Green Akua se baseia em padrões internacionais como o GHG Protocol, em dados da AWS e em modelos desenvolvidos pela própria empresa. A plataforma se propõe a identificar qual cliente, serviço ou componente da infraestrutura gera maior impacto ambiental.
A ferramenta incorpora indicadores como emissões de CO₂ equivalente, consumo de energia, pegada hídrica e energia destinada à refrigeração de data centers.
"Acreditamos que chegou o momento de incorporar uma nova variável à tomada de decisões: o impacto ambiental da infraestrutura que viabiliza cada transação", afirma Rodrigo Rodrigues, COO e cofundador da Akua.
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Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/08/industria-de-pagamentos-pode-aumentar-eficiencia-energetica-em-15-diz-paytech.shtml.

Rodrigo Rodrigues, COO e cofundador da Akua. - Divulgação · Divulgação — Foto: Folha de S.Paulo
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