Índices ligados ao agronegócio e às estatais lideram ganhos no 1º semestre de 2026
REUTERS/Amanda Perobelli " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/04/2025-04-04T201158Z_399892930_RC26RDA08LO1_RTRMADP_3_USA-TRUMP-TARIFFS-BRAZIL.jpg?fit=1280%2C812&quality=70&strip=all" />Ranking da B3 também mostra equilíbrio maior entre índices de renda variável e renda fixa The post Índices ligados ao agronegócio e às estatais lideram ganhos no 1º semestre de 2026 appeared first on InfoMoney .

Índices ligados ao agronegócio, às estatais e aos segmentos considerados mais defensivos da bolsa tiveram os melhores desempenhos no primeiro semestre de 2026.
O levantamento da B3, a bolsa do Brasil, mostra uma mudança no perfil dos índices de um ano para o outro.
Esses índices são utilizados, em maior parte, como referência para ETFs (Exchange Traded Funds) e demais estratégias de investimentos.

De acordo com a pesquisa, o Índice Futuro Boi Gordo foi o que acumulou mais valorização, com alta de 16,38% entre janeiro e junho.
“Ficamos aquém do padrão que o mercado espera da B3 e, mais importante, do padrão que exigimos de nós mesmos”, declarou Christian Egan
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Na sequência aparecem o Índice de Estatais (15,96%) e o Índice de Utilidade Pública (10,89%), composto por empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás. Para comparação, o Ibovespa, principal referência do mercado acionário brasileiro, teve valorização de 6,76% no período.
Entre os dez melhores desempenhos do semestre, também estão o Índice de Governança (8,37%), o MidLarge Cap (7,92%), o IDEB Ultra Qualidade DI (7,64%), o IBrX 50 (7,43%), o índice Letra Financeira S1 D1 (7,30%) e os índices Tesouro Selic Low Turnover e Tesouro Selic, ambos com alta de 7,05%.
De acordo com a B3, a composição do ranking evidencia um equilíbrio maior entre índices de renda variável e renda fixa.

Entre os dez maiores retornos do semestre, quatro pertencem à categoria de renda fixa. Para os representantes da bolsa, esse cenário reflete o ambiente de juros ainda elevados e a busca dos investidores por alternativas de menor risco.
“Em 2026, os melhores desempenhos passaram a se concentrar em segmentos mais específicos da economia, como agronegócio, empresas estatais e utilidade pública, além de índices de renda fixa ligados a títulos públicos e privados”, afirma Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3.
Em 2025, o panorama era bastante diferente. Na época, as maiores valorizações ficaram concentradas em índices ligados ao setor imobiliário, governança corporativa e instituições financeiras.

O Índice Imobiliário liderou com alta de 46,41%, seguido pelos índices IGPTW (34,76%), Ibov BR+ Cap 5% (32,95%), Financeiro (31,96%) e Ibov BR+ Equal Weight (31,54%). O Ibovespa, por sua vez, avançou 15,44%.


Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mercados/indices-ligados-ao-agronegocio-e-as-estatais-lideram-ganhos-no-1o-semestre-de-2026/.

Foto: InfoMoney
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