Brasil

    'Imposto do pecado': discussão sobre alíquotas ficará para depois das eleições, diz ministro da Fazenda

    Cigarro aumenta vulnerabilidade a infecções Getty Images via BBC O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (8) que as alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido como "imposto do pecado", só começarão a ser discutidas após as eleições, quando quando governo enviará ao Congresso Nacional os termos do acordo fechado com os setores afetados. "A gente concluiu o acordo essa semana e na próxima semana vai ter uma reunião, com o compromisso do governo do presidente Lula de encaminhar o acordo feito com os setores", afirmou o ministro da Fazenda. O imposto seletivo foi criado pela

    G1
    8 de outubro de 2026 às 23:07
    'Imposto do pecado': discussão sobre alíquotas ficará para depois das eleições, diz ministro da Fazenda
    Foto: G1

    Cigarro aumenta vulnerabilidade a infecções — Foto: Getty Images via BBC

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (8) que as alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido como "imposto do pecado", só começarão a ser discutidas após as eleições, quando quando governo enviará ao Congresso Nacional os termos do acordo fechado com os setores afetados.

    "A gente concluiu o acordo essa semana e na próxima semana vai ter uma reunião, com o compromisso do governo do presidente Lula de encaminhar o acordo feito com os setores", afirmou o ministro da Fazenda.

    O que é o imposto do pecado?
    O que é o imposto do pecado? — Foto: G1 · Fonte: G1

    O imposto seletivo foi criado pela reforma tributária. O tributo será cobrado sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

    A ideia é, além de arrecadar, desestimular o consumo desses itens.

    A lista de produtos taxados inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também vai incidir sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais.

    Como mostrou o g1 , a expectativa da equipe econômica é de arrecadar R$ 41,9 bilhões com o imposto seletivo em 2027 .

    ️Segundo o Ministério da Fazenda, a ideia é manter a carga tributária que incide sobre os produtos em um período de transição, cujo prazo não foi especificado.

    Em um segundo momento, porém, a estratégia é aumentar a taxação "pelo seu efeito regulatório de reduzir o consumo de produtos danosos à saúde e ao meio ambiente".

    Junto com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), outro tributo da reforma tributária sobre o consumo que terá início em 2027, o governo busca manter a arrecadação estável em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/10/08/imposto-do-pecado-discussao-sobre-aliquotas-ficara-para-depois-das-eleicoes-diz-ministro-da-fazenda.ghtml.

    Imagem 1

    O que é o imposto do pecado? — Foto: G1

    Compartilhe

    Espalhe essa notícia

    Comentários(0)