Ibovespa Futuro dispara mais de 1% com dados dos EUA em foco
Painéis de mercado inspirados na B3 mostram oscilações de preços e queda, em referência à volatilidade e à gestão de risco no day trade. " data-image-caption=" Imagem conceitual representa a volatilidade no mercado brasileiro em períodos eleitorais e os impactos sobre operações de day trade. Imagem gerada com uso de IA. " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ChatGPT-Image-14-de-set.-de-2026-19_09_19.jpg?fit=1280%2C720&quality=70&strip=all" />Os títulos foram pressionados por uma combinação de deterioração das contas públicas The post Ibovespa Futuro dispara

Painéis de mercado inspirados na B3 mostram oscilações de preços e queda, em referência à volatilidade e à gestão de risco no day trade.
Imagem conceitual representa a volatilidade no mercado brasileiro em períodos eleitorais e os impactos sobre operações de day trade. Imagem gerada com uso de IA.
O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (30), com foco nos títulos globais, que avançavam mas devem registrar seu pior mês em anos, além de dados dos Estados Unidos. Às 9h53 (horário de Brasília), o contrato subia 1,51%, aos 187.785 pontos.

Os títulos foram pressionados por uma combinação de deterioração das contas públicas, excesso de emissão de dívida e aceleração da inflação diante dos custos elevados da energia devido à guerra no Irã.
O rendimento dos Treasuries de referência de 10 anos se mantinha pouco abaixo do maior nível desde junho de 2007, em 5,209%, no início do pregão na Europa, em queda de 4,6 pontos-base. Ainda assim, estava a caminho de registrar uma alta de mais de 45 pontos-base no mês, o maior movimento em cerca de dois anos.
Por outro lado, as ações eram sustentadas por um crescimento robusto dos balanços, pela força na economia global e pelo entusiasmo com a inteligência artificial.

Os EUA criaram 90 mil empregos no setor privado dos Estados Unidos em setembro segundo o relatório nacional de emprego da ADP. O número veio acima das 70 mil vagas esperadas por economistas consultados pela Reuters.
Já o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,2% em termos anualizados no segundo trimestre. O dado subiu em relação ao observado em agosto.
O núcleo da inflação PCE nos Estados Unidos , que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,2% em agosto, informou o Escritório de Análise Econômica do Departamento de Comércio nesta quarta-feira (30). O dado ficou dentro do esperado de acordo com as projeções de economistas ouvidos pela LSEG, que projetaram alta de 0,3%.

Índices futuros dos EUA operam de forma mista
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,01%, S&P Futuro avançava 0,01% e Nasdaq Futuro tinha desvalorização de 0,05%.
O dólar futuro para outubro – atualmente o mais negociado no mercado brasileiro – caía 0,34% na B3, aos R$ 5,184.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, com a atividade industrial da China voltando a crescer em setembro, à medida que o agravamento da crise econômica leva os formuladores de políticas a intensificarem as medidas de estímulo e impulsionarem o crescimento.
O índice oficial de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor manufatureiro subiu para 50,1, ante 49,8 em agosto, em linha com a previsão de analistas consultados pela Reuters.
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade após Trump negar que esteja disposto a aliviar as sanções contra o Irã. O Brent caminha para uma valorização mensal de cerca de 14%, sua maior alta desde julho, enquanto o WTI está a caminho de uma alta de 4%.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com a retomada do crescimento da atividade industrial na China.
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Foto: InfoMoney
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