Ibovespa, dólar, Bitcoin e Wall Street: quais os níveis para ficar de olho?
Ibovespa entra em sobrecompra, enquanto dólar, Wall Street e Bitcoin testam níveis importantes The post Ibovespa, dólar, Bitcoin e Wall Street: quais os níveis para ficar de olho? appeared first on InfoMoney .

O Ibovespa abre a semana após avançar 1,11% na última, indo aos 187.206 pontos , e completar o quarto período consecutivo de valorização. A estrutura técnica segue favorável, com o índice acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O principal ponto de atenção do Ibovespa, porém, está no IFR (14), que chegou a 72,06 pontos e entrou na zona de sobrecompra , sinalizando que o movimento de alta está mais esticado e pode abrir espaço para alguma realização no curto prazo.
O dólar futuro recuou 0,20% na semana passada e continua abaixo das principais médias móveis, mantendo uma dinâmica mais lateral. No exterior, a Nasdaq corrigiu após duas semanas consecutivas de alta, enquanto o S&P 500 acumulou o segundo recuo semanal seguido e passou a negociar abaixo de suas principais médias móveis.
O Bitcoin também perdeu força e voltou a operar abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Ainda assim, a criptomoeda permanece acima dos US$ 70 mil , com a região dos US$ 80 mil novamente no radar como uma das principais referências técnicas para os próximos movimentos.

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No gráfico diário, observo que o Ibovespa mantém uma estrutura de alta. O índice avançou 1,11% na última semana, aos 187.206 pontos , e completou o quarto período semanal consecutivo de valorização.
Na última sessão, porém, o Ibovespa recuou 0,56% , encerrando também aos 187.206 pontos . Apesar da queda, permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que preserva o viés positivo e mantém aberta a possibilidade de continuidade do movimento comprador.
Em 2026, o índice acumula valorização de 16,19% . Embora ainda esteja abaixo do ganho superior a 23% registrado no topo do ano, a recuperação recente voltou a aproximá-lo da máxima histórica de 199.354 pontos , alcançada em abril. O IFR (14), em 72,06 pontos , está na zona de sobrecompra e acende um sinal de atenção após a sequência de altas.

Para avançar com maior força, considero necessário superar a resistência em 189.487 pontos . Acima desse nível, o próximo objetivo aparece nos 192.890 pontos , com alvo mais longo na máxima histórica de 199.354 pontos .
Do lado vendedor, acompanho inicialmente os suportes em 185.200/178.000 pontos e, posteriormente, em 175.970/164.835 pontos . A perda dessas faixas poderá ampliar o movimento de baixa, com objetivos em 161.745/153.570 pontos e, em uma correção mais extensa, nos 147.575 pontos .
No gráfico diário, observo que o dólar futuro permanece lateralizado, mas encerrou a semana com leve queda de 0,20% , mantendo o fluxo negativo.

Na última sessão, o contrato reagiu e avançou 0,56% , aos 5.145,5 pontos . Mesmo com a alta, continua abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), em 48,43 pontos , permanece na zona neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
Para prolongar o movimento de baixa, o dólar futuro precisa perder os suportes em 5.093,5/5.046/4.992 pontos . Nesse cenário, os próximos objetivos aparecem em 4.910/4.842 pontos , com alvo mais longo em 4.798,5/4.752,5 pontos .
Para recuperar força compradora, considero necessário superar inicialmente as resistências em 5.203,5/5.268,5/5.383,5 pontos . Acima dessa região, projeto objetivos em 5.446/5.614 pontos e, posteriormente, em 5.669,5/5.795,5 pontos .

Na Nasdaq, observo uma correção semanal após dois períodos consecutivos de valorização. Apesar do movimento negativo na semana, o índice reagiu na última sessão, com alta de 0,96% , aos 26.333 pontos .
No gráfico diário, a Nasdaq negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Em setembro, acumula leve queda de 0,14% , mas continua próxima da máxima histórica de 27.190 pontos .
Para retomar o fluxo comprador, considero necessário superar inicialmente as resistências em 26.585/26.875 pontos e, na sequência, o recorde de 27.190 pontos . Acima desse topo, os próximos objetivos aparecem em 27.545/27.895 pontos e, posteriormente, em 28.330/29.000 pontos .

No campo vendedor, acompanho os suportes em 25.910/25.260 pontos . A perda dessa região poderá levar o índice até 24.425/24.200 pontos . Caso essa segunda faixa também seja rompida, vejo espaço para uma correção até 23.320/22.500 pontos .
O S&P 500 completou a segunda semana consecutiva de queda e permanece em movimento de correção. No gráfico diário, observo que o índice passou a negociar abaixo das médias móveis, configuração que mantém a pressão vendedora.
A correção ocorre dentro de uma formação semelhante a uma bandeira desde a renovação da máxima histórica de 7.815 pontos . Em setembro, o S&P 500 acumula queda de 0,45% e está cotado a 7.654 pontos .

Para retomar o movimento comprador, considero necessário superar inicialmente as resistências em 7.665/7.740 pontos e, posteriormente, a máxima histórica de 7.815 pontos . Acima desse nível, projeto objetivos em 7.955/8.110 pontos e, na sequência, em 8.325/8.605 pontos .
Do lado vendedor, os suportes mais próximos aparecem em 7.580/7.515 pontos . A perda dessa faixa poderá ampliar o movimento de baixa até 7.285/7.222 pontos . Abaixo desses níveis, o índice poderá buscar os 7.045 pontos .
No gráfico diário, observo que o Bitcoin permanece lateralizado após a forte valorização recente, mas começou a ganhar força vendedora e voltou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.

A criptomoeda continua acima dos US$ 70.000 e próxima dos US$ 80.000 , mas precisa recuperar as médias e superar as resistências em US$ 78.540/US$ 81.270/US$ 82.850 para retomar o movimento comprador.
Acima dessa região, os próximos objetivos aparecem em US$ 84.650/US$ 91.225 , com alvos mais longos nos US$ 97.925 e na marca de US$ 100.000 .
Para ampliar o fluxo de baixa, o Bitcoin precisa perder inicialmente os suportes em US$ 76.565/US$ 74.450/US$ 67.280 . Nesse cenário, acompanho as próximas regiões em US$ 62.275/US$ 57.800 , com objetivos mais longos em US$ 52.550/US$ 49.000 .

O IFR (Índice de Força Relativa) , é um dos indicadores mais populares da análise técnica. Medido de 0 a 100, costuma-se usar o período de 14. Leitura abaixo ou próxima de 30 indica sobrevenda e possíveis oportunidades de compra, enquanto acima ou próxima de 70 sugere sobrecompra e chance de correção.
Além disso, o IFR permite a aplicação de técnicas como suportes, resistências, divergências e figuras gráficas. A partir disso, segue as cinco ações mais sobrecomprados e sobrevendidos do Ibovespa:
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader . Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice .








Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-dolar-bitcoin-e-wall-street-quais-os-niveis-para-ficar-de-olho/.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz — Foto: InfoMoney
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