'Hackeamento da mente': como golpistas usam medo e urgência para fazer vítimas no golpe da falsa central bancária
Cuidado com a falsa central: quem liga não é quem você pensa Criminosos se passam por gerentes e funcionários de bancos, usam dados pessoais e criam situações de emergência para convencer vítimas a realizar operações que entregam o próprio dinheiro; em um dos casos, prejuízo chegou a R$ 600 mil. Vídeos feitos por golpistas revelam como funcionam as falsas centrais bancárias Não é preciso invadir um computador ou quebrar a senha de uma conta para conseguir acesso ao dinheiro. No golpe da falsa central bancária, uma das principais armas dos criminosos é convencer a própria vítima a realizar as o
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/2/C/aFgiO0SIKmAQzQojN5pg/captura-de-tela-2026-08-09-202626.png)
A fraude começa, muitas vezes, com uma mensagem ou ligação que parece legítima. O criminoso sabe o nome da pessoa, pode ter a foto do gerente e até utilizar o número de telefone associado ao profissional. Em seguida, cria uma situação de emergência: uma suposta compra, uma transferência suspeita ou uma invasão da conta.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/08/11/hackeamento-da-mente-como-golpistas-usam-medo-e-urgencia-para-fazer-vitimas-no-golpe-da-falsa-central-bancaria.ghtml.
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