Guerra judicial, gabinete do ódio, disputa apertada e troca de acusações: o que marcou a campanha em PE
João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) no debate da Globo Brenda Alcântara/TV Globo Em 48 dias de campanha, o 1º turno das eleições 2026 em Pernambuco reuniu recorde de ações judiciais, polêmicas e troca de acusações. No campo das promessas, as propostas foram de creches a hospitais, passando pela abertura de delegacias da mulher 24h e construção de rodovias. Depois de tudo isso, mais de 7,2 milhões de eleitores vão às urnas, no domingo (4), para eleger um dos sete candidatos em disputa. O g1 faz um resumo com os principais momentos de uma campanha marcada pelo acirramento. A governadora e cand
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João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) no debate da Globo — Foto: Brenda Alcântara/TV Globo
Em 48 dias de campanha, o 1º turno das eleições 2026 em Pernambuco reuniu recorde de ações judiciais, polêmicas e troca de acusações. No campo das promessas, as propostas foram de creches a hospitais, passando pela abertura de delegacias da mulher 24h e construção de rodovias. Depois de tudo isso, mais de 7,2 milhões de eleitores vão às urnas, no domingo (4), para eleger um dos sete candidatos em disputa.
O g1 faz um resumo com os principais momentos de uma campanha marcada pelo acirramento. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra ( PSD ) e o ex-prefeito do Recife João Campos ( PSB ) chegam às portas da votação em situação de empate técnico nas pesquisas eleitorais e indefinição sobre a realização ou não de um 2º turno.

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Para o cientista político Arthur Leandro, o embate entre dois candidatos favoritos potencializou a eleição, ofuscando as outras cinco candidaturas que não conseguiram passar pela barreira construída em torno deles.
“O balanço do 1º turno é de uma campanha altamente competitiva e progressivamente concentrada em João Campos e Raquel Lyra. As pesquisas de setembro mostraram os dois em patamar muito próximo, enquanto as demais candidaturas permaneceram residuais. A disputa foi fortemente marcada pela comparação entre duas experiências administrativas: o governo estadual de Raquel e a gestão municipal de João no Recife. Segurança, obras, políticas sociais, finanças públicas e capacidade de gestão apareceram como critérios recorrentes de avaliação. Ao mesmo tempo, a campanha combinou forte presença territorial, redes sociais, apoio de lideranças nacionais e judicialização intensa da comunicação”, afirma.
Na avaliação do professor, há uma “bipolarização competitiva” entre os dois gestores que se enfrentam pelo comando do estado com elevada concentração eleitoral e falta de uma tendência definitiva antes da votação.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pe/pernambuco/eleicoes/2026/noticia/2026/10/03/guerra-judicial-gabinete-do-odio-disputa-apertada-e-troca-de-acusacoes-o-que-marcou-a-campanha-em-pe.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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