Grupos extremistas usavam Telegram para recrutar, radicalizar e planejar ataques a prédios públicos em Brasília
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno; polícia agiu antes Grupos extremistas usavam o Telegram para recrutar novos integrantes, disseminar ideias neonazistas e incentivar a violência. As conversas monitoradas pelas autoridades mostram que, dentro desses espaços, participantes mais radicalizados eram selecionados para um grupo restrito, onde passaram a compartilhar instruções e planejar possíveis ataques a prédios públicos em Brasília. Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno Um dos grupos reunia mais de 600 integrantes.
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/R/F/cQ0u25QTCME3LCrBai2A/captura-de-tela-2026-08-09-223036.png)
Grupos extremistas usavam o Telegram para recrutar novos integrantes, disseminar ideias neonazistas e incentivar a violência. As conversas monitoradas pelas autoridades mostram que, dentro desses espaços, participantes mais radicalizados eram selecionados para um grupo restrito, onde passaram a compartilhar instruções e planejar possíveis ataques a prédios públicos em Brasília.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/08/11/grupos-extremistas-usavam-telegram-para-recrutar-radicalizar-e-planejar-ataques-a-predios-publicos-em-brasilia.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

