Grávida vai de moto ao hospital após ambulância não atender chamado e bebê morre em MS
Gestante não teve atendimento telefônico. Divulgação A morte de uma recém-nascida em maio deste ano levou o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) a apurar as condições da assistência materno-infantil em Sete Quedas (MS). O caso ocorreu no Hospital Municipal da cidade e levantou questionamentos sobre o atendimento de urgência à gestante e a estrutura disponível para partos de alta complexidade. Segundo informações que constam no procedimento, a gestante teria procurado transporte de emergência por telefone, mas não conseguiu atendimento. Sem ambulância, ela precisou seguir de motocicl
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Gestante não teve atendimento telefônico. — Foto: Divulgação
A morte de uma recém-nascida em maio deste ano levou o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) a apurar as condições da assistência materno-infantil em Sete Quedas (MS). O caso ocorreu no Hospital Municipal da cidade e levantou questionamentos sobre o atendimento de urgência à gestante e a estrutura disponível para partos de alta complexidade.
Segundo informações que constam no procedimento, a gestante teria procurado transporte de emergência por telefone, mas não conseguiu atendimento. Sem ambulância, ela precisou seguir de motocicleta até o hospital.

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No local, a unidade não tinha estrutura cirúrgica para realizar uma cesariana. A gestante apresentava um parto pélvico, situação em que o bebê está com os pés ou as nádegas voltados para baixo, em vez da cabeça. O procedimento administrativo busca esclarecer as condições de atendimento prestadas antes e durante o parto.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/10/07/gravida-vai-de-moto-ao-hospital-apos-ambulancia-nao-atender-chamado-bebe-morre-em-ms.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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