GP da Espanha: conheça o novo circuito que estreia na F1
Gabriel Bortoleto em ação no GP da Espanha pela F1 2026. (Foto: Oscar DEL POZO / AFP) O Madring será o palco do GP da Espanha de Fórmula 1, que marca a estreia do novo circuito no calendário da categoria. Localizado em Madri, o traçado tem 5,414 km de extensão e 22 curvas, combinando trechos urbanos, partes rápidas e pontos de forte frenagem. A principal novidade fica por conta da La Monumental, curva inclinada que promete ser uma das imagens mais marcantes da pista.A pista terá 57 voltas durante a corrida e apresenta muros próximos em boa parte do percurso. O circuito também possui mudanças d

Gabriel Bortoleto em ação no GP da Espanha pela F1 2026. (Foto: Oscar DEL POZO / AFP)
O Madring será o palco do GP da Espanha de Fórmula 1, que marca a estreia do novo circuito no calendário da categoria. Localizado em Madri, o traçado tem 5,414 km de extensão e 22 curvas, combinando trechos urbanos, partes rápidas e pontos de forte frenagem. A principal novidade fica por conta da La Monumental, curva inclinada que promete ser uma das imagens mais marcantes da pista.
A pista terá 57 voltas durante a corrida e apresenta muros próximos em boa parte do percurso. O circuito também possui mudanças de elevação e diferentes tipos de curvas, o que exige um carro equilibrado para enfrentar tanto as partes de alta velocidade quanto os setores mais técnicos.

A volta começa na reta principal e leva os pilotos até a curva 1, uma das primeiras oportunidades de ultrapassagem do circuito. Depois, o traçado passa pela curva 2 e chega à curva 3, chamada Hortaleza, que marca o início de uma região mais urbana da pista. A sequência segue rápida até a curva 4, antes de os pilotos encontrarem a forte frenagem da curva 5.
Na curva 5, os carros precisam reduzir bastante a velocidade antes de seguirem para a curva 6. É nesse ponto que começa a Subida de las Cárcavas, que conduz os pilotos até a curva 7, localizada na parte mais alta de todo o circuito. O primeiro setor termina depois dessa mudança de altitude, em uma região que combina velocidade e variação de relevo.
A segunda parte da volta começa com a passagem pela curva 8, conhecida como El Búnker, nome inspirado nas construções históricas localizadas próximas ao circuito. Depois, os pilotos seguem por um trecho rápido até a curva 9 e chegam às curvas 10 e 11, que formam uma chicane. A sequência prepara a entrada para a principal atração do Madring.

A curva 12 é a La Monumental, uma longa curva inclinada que chega a 24% de inclinação. O trecho tem cerca de 550 metros e permite diferentes linhas de trajetória, característica que pode tornar a disputa especialmente interessante. A saída da curva também será importante para os pilotos que tentarem ganhar posição na sequência.
Depois da La Monumental, os pilotos passam por uma sequência de curvas que combina mudanças de direção e trechos de maior velocidade. As curvas 13, 14, 15 e 16 conduzem o carro até a região final do circuito, enquanto as curvas 17 e 18 acrescentam novas freadas e mudanças de ritmo. O traçado ainda passa por um túnel antes de entrar nos quilômetros finais da volta.
Na parte final, a curva 19 é a última de aceleração antes de uma sequência mais técnica. Logo depois, os pilotos chegam à curva 20, a mais lenta de todo o circuito, antes de seguirem para a curva 21 e, finalmente, para a curva 22, chamada El Parque. A última curva é importante para preparar a saída rumo à reta principal e iniciar uma nova volta.

Mapa do Circuito de Madring, palco do GP da Espanha na F1 2026. (Foto: Divulgação/F1)








Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/noticias/esportes/gp-da-espanha-conheca-o-novo-circuito-que-estreia-na-f1-935236.

Gabriel Bortoleto em ação no GP da Espanha pela F1 2026. (Foto: Oscar DEL POZO / AFP) — Foto: Gazeta de Alagoas
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