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    Gordura abdominal e baixa força muscular indicam maior risco de morte

    Unsplash. O índice de massa corporal (IMC) é um dos principais indicadores usados na prática clínica para avaliar o peso corporal, mas pode não ser o parâmetro mais preciso para estimar o risco de morte. É o que sugere um novo estudo, segundo o qual a combinação entre o acúmulo de gordura abdominal e a força muscular pode ser um indicador mais eficaz desse risco.A pesquisa, publicada em 22 de agosto no Archives of Gerontology and Geriatrics, acompanhou 5.674 adultos nos Estados Unidos por quase sete anos. Durante o período, 373 participantes morreram. Os pesquisadores observaram que pessoas co

    Gazeta de Alagoas
    17 de setembro de 2026 às 16:39
    Gordura abdominal e baixa força muscular indicam maior risco de morte
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    Estudo com adultos mostra que combinação supera IMC ao apontar risco de mortalidade ao longo de quase sete anos

    O índice de massa corporal (IMC) é um dos principais indicadores usados na prática clínica para avaliar o peso corporal, mas pode não ser o parâmetro mais preciso para estimar o risco de morte. É o que sugere um novo estudo, segundo o qual a combinação entre o acúmulo de gordura abdominal e a força muscular pode ser um indicador mais eficaz desse risco.

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    Unsplash. — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    A pesquisa, publicada em 22 de agosto no Archives of Gerontology and Geriatrics, acompanhou 5.674 adultos nos Estados Unidos por quase sete anos. Durante o período, 373 participantes morreram. Os pesquisadores observaram que pessoas com maior acúmulo de gordura no abdômen e menor força de preensão manual apresentavam maior risco de morte.

    A gordura abdominal foi estimada pelo diâmetro do abdômen. Isoladamente, essa medida não apresentou relação significativa com a mortalidade.

    Já a força de preensão foi avaliada de forma proporcional ao tamanho do corpo. Em vez de considerar apenas a força total, os pesquisadores analisaram o quanto ela é adequada para o porte físico de cada pessoa.

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    Metrópoles — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    Indivíduos com menor força relativa tiveram risco de morte cerca de 60% maior. Quando essa condição apareceu junto com o excesso de gordura abdominal, o risco foi ainda maior.

    Participantes com as duas características apresentaram risco de mortalidade 97% maior em comparação com aqueles sem essas alterações. A associação foi observada mesmo após considerar fatores como idade, renda, hábitos de vida e presença de doenças.

    Segundo os autores, o diâmetro abdominal pode indicar melhor a gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos. Já a força de preensão relativa ajuda a identificar fraqueza, inclusive em pessoas com maior massa corporal.

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    Aplicativo na whatsapp Store — Foto: Gazeta de Alagoas · Fonte: Gazeta de Alagoas

    Apesar dos resultados, os pesquisadores afirmam que ainda são necessárias mais evidências antes que essas medições sejam adotadas de forma rotineira.

    Eles também destacam que nenhum indicador isolado é suficiente para prever a saúde futura. O IMC continua útil, mas deve ser interpretado em conjunto com outros fatores, como força muscular, mobilidade e composição corporal.

    Quando excesso de gordura e baixa força aparecem juntos, a condição é conhecida como obesidade dinapênica. Estudos anteriores já associaram esse quadro a maior risco de morte, reforçando a importância de avaliar o corpo além do peso total.

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    Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/noticias/ciencia-e-saude/gordura-abdominal-e-baixa-forca-muscular-indicam-maior-risco-de-morte-936432.

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