Gerson Palermo tenta anular condenação, mas TRF3 mantém pena de quase 60 anos de prisão
Gerson Palermo, chefe do PCC solto por desembargador de MS é preso na Bolívia A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) negou, por unanimidade, os recursos apresentados pelas defesas e manteve integralmente as condenações de Gerson Palermo e de outros oito réus no âmbito da Operação All In, investigação que desarticulou uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico internacional de drogas. 🔎Deflagrada em 2017, a operação identificou um esquema que atuava em cinco estados e utilizava nomes de terceiros, conhecidos como “laranjas”, para movimentar dinheiro e registrar
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Nulidade das interceptações telefônicas: questionamentos sobre a legalidade das escutas realizadas durante a investigação. Incompetência da Justiça Federal: argumento de que o caso não deveria ser julgado pela Justiça Federal. Inépcia da denúncia e ausência de justa causa: alegações de falhas na acusação e de falta de elementos suficientes para sustentar o processo. Cerceamento de defesa e indeferimento de provas: questionamentos sobre possíveis limitações ao direito de defesa. Ausência de defesa técnica: alegação de que não houve assistência jurídica adequada. Suspeição e parcialidade do juízo: questionamentos sobre a imparcialidade do responsável pelo julgamento. Ilicitude das provas: contestação da legalidade de elementos utilizados na condenação. Falta de fundamentação da prisão preventiva: argumento de que a decisão que manteve a prisão não teria apresentado justificativas suficientes.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/10/13/trf3-mantem-pena-de-quase-60-anos-de-gerson-palermo-apontado-como-chefe-do-pcc-que-ficou-6-anos-foragido.ghtml.
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