Gêmeas que morreram em cirurgia de separação das cabeças em SP sobreviveram por 2 e 12 minutos
Gêmeas que morreram durante cirurgia de separação tinham organismo frágil, diz médico As gêmeas nascidas unidas pela cabeça Helena e Heloísa, de 2 anos e 7 meses, que morreram no fim de semana durante a cirurgia que as separaria de maneira definitiva, em Ribeirão Preto (SP), sobreviveram por dois e 12 minutos, respectivamente após o fim do procedimento, no sábado (15). Segundo o Hospital das Clínicas, com os corpos já separados, a capacidade de resposta das meninas diminuiu gradativamente e Helena foi a primeira sofrer uma parada cardiorrespiratória, às 23h12. Ela foi reanimada por 25 minutos
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"A gente imaginava que, no momento que houvesse a separação total, que a gente pudesse cuidar de cada uma de forma separada e resolver essas questões. Mas aconteceu diferente do que a gente pensava. Quando o cirurgião disse 'estão separadas, não tem mais circulação em comum', as duas começaram a piorar. A que estava hipertensa foi ficando hipotensa, a que estava hipotensa, mais hipotensa ainda, e elas pararam com uma diferença pequena de tempo entre uma e outra".
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2026/08/18/gemeas-que-morreram-em-cirurgia-de-separacao-das-cabecas-sobreviveram-por-2-e-12-minutos.ghtml.
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