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    Futuros de NY abrem estáveis e petróleo sobe levemente com tensões no Oriente Médio

    Placa de rua em Wall Street do lado de fora da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em Nova York, EUA – 19/07/2021 (Foto: REUTERS/Andrew Kelly) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Wall-Street.jpg?fit=1280%2C853&quality=70&strip=all" />Confrontos no Oriente Médio podem complicar ainda mais as já travadas negociações entre Washington e Teerã The post Futuros de NY abrem estáveis e petróleo sobe levemente com tensões no Oriente Médio appeared first on InfoMoney .

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    16 de agosto de 2026 às 23:19
    Futuros de NY abrem estáveis e petróleo sobe levemente com tensões no Oriente Médio
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    Placa de rua em Wall Street do lado de fora da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em Nova York, EUA – 19/07/2021 (Foto: REUTERS/Andrew Kelly)

    O petróleo abriu em leve alta nas negociações do domingo, enquanto os investidores avaliavam os novos ataques de Israel ao Líbano e a possibilidade de novas sanções dos Estados Unidos ao Irã antes do término formal do cessar-fogo entre os dois países, previsto para ocorrer nesta segunda-feira.

    O petróleo Brent, referência global, avançava 0,5% no início das negociações na Ásia, enquanto o dólar operava praticamente estável frente às principais moedas. Os contratos futuros do S&P 500 também mostravam pouca variação, após o índice à vista recuar 0,2% na sexta-feira. Os futuros de Dow Jones operavam estáveis, mas os da Nasdaq subiam 0,12% nas primeiras negociações.

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    O início moderado das negociações ocorre após Israel informar, no domingo, que matou 11 pessoas, incluindo um comandante sênior do Hezbollah, em ataques realizados no sul do Líbano no dia anterior, os mais letais desde que as partes concordaram com um cessar-fogo no início de junho. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ação foi uma retaliação a um ataque do Hezbollah que deixou três soldados feridos no sábado.

    Os confrontos podem complicar ainda mais as já travadas negociações entre Washington e Teerã. As duas partes chegam nesta segunda-feira ao fim formal do acordo de cessar-fogo, sem uma solução aparente para as disputas relacionadas ao Estreito de Hormuz e com os EUA preparando um plano de “isolamento econômico” contra o Irã.

    “O fator mais significativo para os mercados continua sendo a incerteza geopolítica, que segue afetando o sentimento dos investidores. Ao mesmo tempo, a relativa falta de atividade militar no Oriente Médio ajudou a reduzir um pouco a volatilidade”, afirmou Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com.

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    As ações americanas recuaram de níveis recordes na sexta-feira, após o índice de sentimento do consumidor cair mais do que o esperado e as vendas no varejo registrarem a maior queda em mais de um ano. O dólar também atingiu seu menor nível desde maio, à medida que os investidores reduziram suas apostas de que o Federal Reserve elevará os juros em setembro.

    Na Ásia, a atenção dos investidores estará voltada para uma série de indicadores econômicos da China, incluindo vendas no varejo e produção industrial. Economistas consultados pela Bloomberg esperam uma leve aceleração do consumo em julho, mas uma desaceleração da atividade industrial.

    Segundo Wee Khoon Chong, estrategista do BNY, o “ímpeto macroeconômico da China continua se deteriorando”, uma vez que o crescimento do crédito perdeu força e a inflação permanece fraca. Para ele, os dados de atividade de julho devem reforçar a percepção de desaceleração da economia, embora as vendas no varejo e os investimentos em tecnologia possam demonstrar alguma resiliência.

    Os investidores asiáticos também acompanharão a divulgação do crescimento econômico do Japão no segundo trimestre, em busca de sinais sobre uma possível nova alta de juros pelo Banco do Japão no próximo mês, medida que poderia fortalecer o iene.

    Economistas projetam que a economia japonesa tenha acelerado no trimestre encerrado em junho, impulsionada pela recuperação do consumo das famílias e pelo aumento dos investimentos corporativos.

    De acordo com Elias Haddad, chefe global de estratégia de mercados da Brown Brothers Harriman, uma atividade econômica mais forte no Japão também pode ajudar a aliviar preocupações sobre a situação fiscal do país.

    “Uma economia japonesa mais robusta pode reduzir as preocupações fiscais ao manter a trajetória de queda da relação dívida/PIB e, ao mesmo tempo, reforçar os argumentos para que o Banco do Japão acelere o processo de normalização da política monetária”, escreveu Haddad em relatório a clientes.

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