Fotos: técnica de enfermagem enforcada em UPA teve hematomas no pescoço
Segundo o Coren-DF, o episódio reascende o debate sobre a adoção de uma política antiviolência na rede pública, incluindo o botão do pânico

A técnica de enfermagem de 46 anos enforcada com o cabo de carregador de celular convive com as marcas da agressão no corpo e na mente. A profissional de saúde foi atacada por uma paciente de 54 anos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Riacho Fundo II, na terça-feira (29/9). O ataque levantou novamente o debate sobre a adoção do botão do pânico.
Técnica de enfermagem é enforcada com cabo de celular dentro de UPA no DF
A profissional de saúde foi atacada por uma paciente

O Coren-DF cobra a adoção de uma política antiviolência na rede pública
Uma medida levantada pelo órgão é o uso do botão do pânico
Após o episódio de agressão, o Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) cobrou medidas de segurança do Instituto de Gestão Estratégica do DF (Iges-DF), responsável pela gestão das UPAs, do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF).

“Nós pedimos o botão do pânico, há mais ou menos dois anos, para ver se as pessoas poderiam chamar o socorro”, pontou o presidente Coren-DF, Elissandro Noronha. Para o representante da categoria, a rede pública precisa de uma política antiviolência dentro da rede pública.
“Até quando a enfermagem terá que suportar a violência no exercício da profissão? Até onde pode chegar a ira de alguém que não conseguiu atendimento?”, questionou o presidente Coren-DF. “Basta de violência! A enfermagem está na linha de frente para cuidar e também deve ser protegida”, afirmou.





Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/distrito-federal/fotos-tecnica-de-enfermagem-enforcada-em-upa-teve-hematomas-no-pescoco.

Material cedido ao Metrópoles — Foto: Metrópoles
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