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    Fiasco: após Desenrola 2.0, inadimplência cresce e atinge 83,9 milhões de brasileiros

    Governo Lula lançou Programa Desenrola contra endividamento. (Foto: Arquivo/EBC). O suposto sucesso do programa Desenrola 2.0, que Lula tenta usar para arrancar votos dos endividados, não encontra sustentação nos números. Desde o início, em maio deste ano, o número de inadimplentes no Brasil só aumentou. Levantamento da Serasa Experian traz o mapa da inadimplência e negociação de dívidas com números assustadores: são 83,9 milhões de inadimplentes no país em julho, edição mais recente do levantamento, com valor total das dívidas batendo nos R$586 bilhões. Queimou a largada No lançamento do prog

    Gazeta de Alagoas
    6 de setembro de 2026 às 21:00
    Fiasco: após Desenrola 2.0, inadimplência cresce e atinge 83,9 milhões de brasileiros
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    O suposto sucesso do programa Desenrola 2.0, que Lula tenta usar para arrancar votos dos endividados, não encontra sustentação nos números. Desde o início, em maio deste ano, o número de inadimplentes no Brasil só aumentou. Levantamento da Serasa Experian traz o mapa da inadimplência e negociação de dívidas com números assustadores: são 83,9 milhões de inadimplentes no país em julho, edição mais recente do levantamento, com valor total das dívidas batendo nos R$586 bilhões.

    No lançamento do programa, o mapa registrava 83,5 milhões de inadimplentes. No mês seguinte, o índice subiu e bateu nos 83,7 milhões.

    O mesmo documento mostra que o valor médio devido por pessoa alcança os R$6.987,23 (julho). Subiu 0,96% em relação a junho.

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    Quando Lula assumiu, eram 70,09 milhões de endividados. Número alto, mas distante dos atuais 83,9 milhões.

    O estado com mais inadimplentes é o Amapá, de Davi Alcolumbre (União) e Randolfe Rodrigues (PT), com 64,8% da população.

    Atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques é o próximo da fila para assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) após Alexandre de Moraes, sucessor previsto para comandar a Corte por dois anos a partir de setembro de 2027. No STF funciona assim: é “eleito” presidente o ministro com o maior tempo de Supremo que ainda não tenha exercido o cargo.

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    Na possibilidade de Moraes não assumir o cargo no ano que vem, nada muda: Nunes Marques será presidente seguinte.

    Daqui a um ano Nunes Marques assume a vice-presidência do STF no lugar de Alexandre de Moraes, que hoje ocupa essa função.

    Após Nunes Marques será a vez de André Mendonça, que assumirá a presidência do STF em 2031.

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    Coube ao deputado Carlos Jordy (PL-RJ) representar contra Paulo Gonet, o procurador-geral, com denúncia (de 17 páginas) por crime de responsabilidade, após revelada a relação íntima com Daniel Vorcaro.

    Segundo a Transparência Internacional Brasil, “o que está em jogo é um colapso institucional na mais alta instância do sistema de Justiça, com potencial para contaminar o processo eleitoral e favorecer sua captura por forças populistas e autoritárias”.

    A decisão do presidente do STF, Edson Fachin, criou uma ação para investigar se as acusações contra André Mendonça são válidas. Abriu prazo de cinco dias à PGR e concedeu o mesmo prazo a Mendonça.

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    Rui Costa Pimenta critica que “parte da esquerda continua defendendo” Alexandre de Moraes. Para o presidente do PCO, de extrema-esquerda, “a família do ministro receber mais de 200 milhões de banqueiro pego em fraudes bilionárias, é incompatível com qualquer cargo público”.

    Jurista e vereadora, Janaína Paschoal (PP-SP) chama o inquérito das fake news de infundado e inconstitucional. Lembra ainda que a ex-PGR Raquel Dodge pediu há anos o arquivamento do processo.

    Os escândalos envolvendo ministros do Supremo e Daniel Vorcaro já incomodam também o empresariado, como manifestou Sérgio Zimerman, fundador da Petz, “se não der em nada, vamos para a rua”.

    O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse que já pediu afastamento de Paulo Gonet (PGR), Alexandre de Moraes (STF) e Andrei Rodrigues (PF), autoridades citadas no escândalo do Banco Master.

    “Quem sente o tumor da irresponsabilidade fiscal é a empresa que fecha”, afirma o senador Jorge Seif (PL-SC), que ainda diz que o governo Lula trata a crise fiscal como “fake news”.

    Publicado originalmente por Gazeta de Alagoas. Leia a matéria completa em https://www.gazetaweb.com/blogs/claudiohumberto/fiasco-apos-desenrola-20-inadimplencia-cresce-e-atinge-839-milhoes-de-brasileiros-934129.

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