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    Família de amapaense morta em acidente em SC cobra justiça: 'crime não pode ficar impune'

    Família de Jessyane pede justiça para o caso. Isadora Pereira/g1 A família da vendedora amapaense Jessyane da Silva e Silva, de 32 anos, morta após a moto em que estava ser atingida por um carro em Florianópolis (SC), cobra justiça e critica a decisão judicial que mantém o condutor em liberdade. O acidente ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, e a família contesta a tese de falta de provas para a prisão preventiva do motorista. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp A irmã da vítima, Nayla Cristina Ferreira da Silva, afirma que imagens de câmeras de segurança e depoimentos de tes

    G1
    18 de agosto de 2026 às 08:04
    Família de amapaense morta em acidente em SC cobra justiça: 'crime não pode ficar impune'
    Foto: G1

    Família de Jessyane pede justiça para o caso. — Foto: Isadora Pereira/g1

    A família da vendedora amapaense Jessyane da Silva e Silva, de 32 anos, morta após a moto em que estava ser atingida por um carro em Florianópolis (SC) , cobra justiça e critica a decisão judicial que mantém o condutor em liberdade.

    O acidente ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, e a família contesta a tese de falta de provas para a prisão preventiva do motorista.

    Polícia Civil investiga acidente com morte e um ferido em Florianópolis
    Polícia Civil investiga acidente com morte e um ferido em Florianópolis — Foto: G1 · Fonte: G1

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    A irmã da vítima, Nayla Cristina Ferreira da Silva, afirma que imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas comprovam a violência do impacto.

    “Tem vídeo do acidente. O rapaz veio em alta velocidade e atingiu ela por trás enquanto a moto estava parada no sinal vermelho. Minha irmã morreu na hora e o motorista do aplicativo sofreu uma lesão na medula”, disse.

    Naila Cristina Ferreira da Silva, irmã da vítima Jessyane pede justiça para o caso. — Foto: Isadora Pereira/g1

    A irmã da vítima contesta a justificativa usada para a soltura do motorista do veículo. Nayla relatou ainda, que a partida da irmã foi sentida pelo bebê de 1 ano dela.

    “Disseram que não tem prova suficiente contra ele, mas tem sim: tem testemunha e as câmeras mostram o jeito que ficou o carro. A gente só pede justiça por ela [...] O neném dela sente muita falta. Ele procura por ela pela casa, chama pela mãe e a gente não sabe nem o que explicar para uma criança tão pequena. É de partir o coração ver ele assim”,

    Jessiany no aniversário de 1 ano do filho, em Macapá. — Foto: Divulgação

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    A tia de Jessyane, Claudeci Ferreira da Silva, também criticou o resultado da audiência de custódia e cobrou posicionamento do condutor.

    “A gente busca justiça porque esse crime não pode ficar impune. Ele se diz inocente, mas por que não apareceu para mostrar a cara e se defender?”, questionou a tia

    Tia de Jessyane, Claudeci Ferreira da Silva. — Foto: Isadora Pereira/g1

    Claudeci também levantou dúvidas sobre as informações de endereço apresentadas pela defesa do suspeito.

    “O juiz disse que não teve provas e que ele tem residência fixa. Mas quando foram no endereço, viram que já tinha se mudado. Como deixam uma pessoa dessa solta?”, declarou.

    Jessyane era mãe solo de um menino de 1 ano e 8 meses e morava em Santa Catarina desde 2020, para onde se mudou em busca de trabalho. Pouco tempo depois, levou o irmão mais novo e o pai para morarem juntos.

    Na noite do acidente, a vendedora voltava do trabalho e pretendia comprar itens básicos para o filho.

    “Ela ligou para o meu padrasto dizendo que estava saindo do trabalho. Ele até mandou dinheiro para ela comprar fraldas para o nenê. Ela disse: 'Pai, vou pegar um moto Uber e estou indo'”, contou a irmã.

    Como a jovem demorou a chegar, a família estranhou a ausência e começou a procurar por notícias.

    “Depois ela não respondeu mais. Meu irmão chegou meia-noite, viu que ela não tinha chegado e ligou para a polícia, que informou sobre o acidente. Ela jamais deixaria o filho sozinho”, disse Nayla.

    O motorista de aplicativo que transportava Jessyane teve lesões na medúla. Ele atuava como corretor de imóveis e fazia corridas para reforçar a renda após o nascimento do terceiro filho, ocorrido semanas antes da colisão.

    O acidente aconteceu na Avenida Governador Irineu Bornhausen (Beira-Mar Norte), em frente à Praça Governador Celso Ramos. A motocicleta aguardava no cruzamento quando foi atingida pelo veículo. O impacto arremessou as vítimas a cerca de 50 metros.

    O motorista do carro fugiu do local sem prestar socorro. A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) investiga o caso.

    Família de amapaense morta em acidente em SC cobra justiça: 'crime não pode ficar impune'. — Foto: Isadora Pereira/g1

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2026/08/18/familia-de-amapaense-morta-em-acidente-em-sc-cobra-justica-crime-nao-pode-ficar-impune.ghtml.

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    Polícia Civil investiga acidente com morte e um ferido em Florianópolis — Foto: G1

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