Fachin no STF: "A divergência é legítima, o confronto pessoal, não"
O presidente do STF, Edson Fachin, abriu a sessão do plenário da Corte que julga se abre investigação contra Moraes

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, abriu a sessão do plenário da Corte desta terça-feira (15/9) , que decidirá se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, e disse que o colegiado tem o “dever de conduzir este tribunal por um período difícil de sua história”.
Acompanhe o julgamento ao vivo pelo YouTube do Metrópoles.
Fachin afirmou que “a divergência é legítima, o confronto pessoal, não”, e ressaltou que a decisão do caso “pertence ao plenário, não a um ministro individualmente”.

“São premissas simples, mas em momentos de tensão institucional, é necessário dizer o que deve orientar nossa atuação”, afirmou o presidente da Corte. Em meio à tensão entre membros do STF, Fachin ressaltou que, “ao final, não será a posição individual de qualquer de nós que falará em nome do Supremo, será a decisão do Plenário”.
O País olha para esta Corte. A História também olhará para este momento. Hoje, não prestamos contas apenas aos nossos contemporâneos. Prestamos contas àqueles que nos antecederam e às gerações que nos sucederão.
A sessão desta terça-feira julgará se elementos reunidos pela Polícia Federal (PF) justificam a abertura de uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do escândalo de corrupção do Banco Master.


Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/brasil/fachin-no-stf-a-divergencia-e-legitima-o-confronto-pessoal-nao.

Reprodução/TV Justiça — Foto: Metrópoles
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