EUA apontam maior volume de petróleo em Ormuz em 6 meses
Comando central americano informou que mais de 1 bilhão de barris de petróleo bruto passaram nos últimos meses pela rota

O Centcom (Comando Central dos Estados Unidos) afirmou neste sábado (19) que mais de 1 bilhão de barris de petróleo bruto passaram pelo Estreito de Ormuz nos últimos meses .
“O volume de petróleo bruto, carga e gás natural liquefeito nestas últimas duas semanas é maior do que em qualquer outro ponto nos últimos seis meses”, afirmou o comandante Brad Cooper, em vídeo divulgado no X (ex-Twitter).
Segundo o Centcom, mais de 2 mil navios comerciais atravessaram a rota sob proteção coordenada das forças norte-americanas e de parceiros da região.

O órgão afirmou ainda que o Irã não exportou petróleo pelo Estreito de Ormuz no período e atribuiu o resultado ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos.
A declaração se dá em meio ao conflito entre EUA e Irã e às preocupações sobre o abastecimento global de petróleo. Nesta segunda-feira (14), o presidente Donald Trump afirmou que o fluxo de petróleo pelo estreito estava sendo retomado e disse que outros países deveriam reembolsar os EUA pelos custos relacionados ao conflito.
Além da proteção à navegação, os EUA dizem estar trabalhando com os seis países do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) para ampliar o fluxo de embarcações pela região.

Entre as medidas citadas pelo Centcom estão o reforço das defesas aéreas dos países do Golfo e a formação de uma nova coalizão de unidades de drones de ataque.
Ormuz é uma das principais passagens para o transporte global de energia, conectando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.





Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/macroeconomia/eua-apontam-maior-volume-de-petroleo-em-ormuz-em-6-meses/.

Navios que transportam petróleo e GNL do Oriente Médio saem de Ormuz e se dirigem ao Paquistão e à China • 22 de maio de 2026REUTERS/Stringer · • 22 de maio de 2026REUTERS/Stringer — Foto: CNN Brasil
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