Estudantes empurram barcos na lama para ir à escola durante seca no Bailique, no AP: 'Não tem outro jeito'
Estudantes empurram barco na lama para ir à escola durante seca no Bailique A seca rigorosa no Arquipélago do Bailique, distrito a 180 km de Macapá, no Amapá, reduziu o nível dos rios e travou a navegação do transporte escolar, afetando a vida dos moradores de diversas comunidades da região. Com a foz do Igarapé Grande tomada por bancos de lama, estudantes são obrigados a desembarcar, empurrar as embarcações motorizadas e fazer longas caminhadas a pé pela mata para conseguir chegar às salas de aula e retornar para casa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp "A gente faz esse m
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/q/7I6ApBT6iJXFp6NGAXMA/aleixo-g1-25-.jpg)
"A gente faz esse mesmo trajeto todo dia: tem que empurrar a rabeta, mas ela não passa de tão seco que está. A gente anda na lama porque não tem outro jeito, a gente não pode fazer nada. Chega num ponto que não dá mais para ir de barco. A gente chega até numa certa distância e depois tem que entrar na mata para poder chegar na comunidade", relata a estudante Cheuda de Pinho, de 18 anos, em um vídeo gravado durante o trajeto.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2026/09/17/estudantes-empurram-barcos-na-lama-para-ir-a-escola-durante-seca-no-bailique-no-ap-nao-tem-outro-jeito.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

