Estudante que se passava por funcionária de banco para aplicar golpes cumprirá domiciliar por falta de vagas em presídio de MT
Casal aplicava golpes enviando links fraudulentos, segundo a Polícia Civil Reprodução A estudante de direito Lilia Grazielly Correia da Silva, investigada por se passar por funcionária de um banco para aplicar golpes financeiros, cumprirá prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, em Tangará da Serra. A decisão foi tomada pela Justiça diante da inexistência de vaga no sistema prisional feminino. O g1 tenta localizar a defesa de Lilia. Inicialmente, os advogados da investigada apresentaram um habeas corpus, alegando que não haviam fatos novos que justificassem a prisão preventiva. Durante
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Casal aplicava golpes enviando links fraudulentos, segundo a Polícia Civil — Foto: Reprodução
A estudante de direito Lilia Grazielly Correia da Silva , investigada por se passar por funcionária de um banco para aplicar golpes financeiros , cumprirá prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, em Tangará da Serra (MT). A decisão foi tomada pela Justiça diante da falta de vaga no sistema prisional feminino .
Inicialmente, os advogados da investigada apresentaram um habeas corpus, alegando que não haviam fatos novos que justificassem a prisão preventiva. Durante a análise do documento, a Justiça optou em manter a prisão preventiva, mas determinou que ela fosse cumprida integralmente em regime domiciliar.

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Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2026/09/02/estudante-de-direito-que-se-passava-por-funcionaria-de-banco-para-aplicar-golpes-cumprira-prisao-domiciliar-por-falta-de-vagas-em-presidio-de-mt.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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