Estudante do litoral de SP vence concurso com projeto que usa IA para identificar sinais precoces do autismo
Estudande de Guarujá (SP) vence concurso com o desenvolvimento de um programa para identificação de sinais precoces de autismo Instituto Claro / Divulgação O estudante João Rubens Belluzzo Neto, de 25 anos, morador de Guarujá, no litoral de São Paulo, foi premiado após desenvolver um novo programa para identificar sinais precoces do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ferramenta atua como um possível biomarcador com o objetivo de ajudar a melhorar a vida das pessoas. Batizada de AUTherm, a ideia da tecnologia surgiu enquanto o jovem realizava um curso sobre saúde pública da Universidade de
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Estudande de Guarujá (SP) vence concurso com o desenvolvimento de um programa para identificação de sinais precoces de autismo — Foto: Instituto Claro / Divulgação
O estudante João Rubens Belluzzo Neto, de 25 anos, morador de Guarujá , no litoral de São Paulo, foi premiado após desenvolver um novo programa para identificar sinais precoces do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ferramenta atua como um possível biomarcador com o objetivo de ajudar a melhorar a vida das pessoas.
Batizada de AUTherm, a ideia da tecnologia surgiu enquanto o jovem realizava um curso sobre saúde pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

"É um projeto que me toca muito e eu vejo que a gente consegue executar ele bem e tem um futuro muito promissor. Vai impactar tanto famílias, quanto crianças e adultos", disse o estudante.
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O programa reúne os exames feitos por profissionais de saúde e dados obtidos pela Inteligência Artificial (IA). A ferramenta analisa indicativos fisiológicos e comportamentais, a frequência cardíaca, a temperatura superficial da pele e marcos do desenvolvimento infantil.
Com a soma do diagnóstico tradicional e as informações coletadas pela IA, o sistema identifica padrões e características. Isso permite o encaminhamento do paciente para uma investigação mais incisiva dos sinais indicados.
A implementação do método ao público ainda requer etapas de testes e validação. Segundo João, também será necessária uma certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após o processo de aprovação.
"A gente ainda está validando. Precisa fazer muitos testes. Como é um método novo, um possível biomarcador de autismo, precisa coletar mais dados [...] Também vamos precisar de uma certificação da Anvisa", contou João Rubens.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2026/08/12/estudante-do-litoral-de-sp-vence-concurso-com-projeto-que-usa-ia-para-identificar-sinais-precoces-do-autismo.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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