Especialistas apontam que IA ainda não consegue criar uma "vida autônoma"
Ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic disse que a inteligência artificial pode representar um risco real para o futuro da humanidade

No início de setembro, uma declaração do ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic — duas das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial (IA) — chamou a atenção. Ao pedir demissão da Anthropic, Jacob Coxon afirmou que a empresa não tinha responsabilidade e que as inteligências artificiais poderiam acabar com a humanidade até 2030 .
Coxon disse que o risco poderia estar ligado à corrida desenfreada rumo à superinteligência com capacidade de autoaperfeiçoamento.
Segundo Pedro A. Galvão Junior, professor da Faculdade de Tecnologia (Fatec) São Roque, em São Paulo, o risco sobre a IA não está ligado a ela criar “vida” própria, mas sim ela ser cada vez mais automatizada.

“Nós já vimos isso na guerra da Rússia, por exemplo, com os próprios drones sendo controlados por IA, sem nenhum tipo de ação humana. Simplesmente, o homem colocou o drone para funcionar, e então, os agentes de IA começaram a trocar dados entre si e a provocar o combates autônomos”, diz o docente.

Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/ciencia/especialistas-apontam-que-ia-ainda-nao-consegue-criar-uma-vida-autonoma.

Magnific — Foto: Metrópoles
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