Entenda por que a etapa da WSL de Teahupoo é uma das mais esperadas e temidas
Italo Ferreira "vinga" Medina e é campeão da etapa de Teahupoo Água cristalina, visual paradisíaco e alguns dos tubos mais perfeitos do mundo. Mas o aparente cenário dos sonhos de qualquer surfista esconde uma realidade assustadora. A praia de Teahupoo, no Taiti, é conhecida por ondas que se formam a partir das profundezas de uma fossa abissal e quebram, com toda força, sobre o maior terror dos locais: os corais pontiagudos. O local é palco da sétima etapa do Circuito Mundial de surfe, uma das mais esperadas - e temidas. A competição teve início no último sábado e vai até 18 de agosto. + Em du
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Surfar em Teahupoo não é para amadores. Devido às características únicas da onda e dos fatores naturais do local, existem consideráveis riscos e é até comum a prática do esporte com uso de capacete. Desde os anos 2000, houve cinco mortes no local, incluindo o emblemático falecimento do surfista local Brice Taerea. O atleta quebrou o pescoço e as costas após ser atingido por uma onda de quase cinco metros, dias antes de uma etapa do mundial. Outros brasileiros, além de Medina, já estiveram envolvidos em acidentes no local, como Filipe Toledo e Maya Gabeira. Não é à toa que Teahupoo, em taitiano, significa "mar dos crânios quebrados", referência aos perigos existentes na famosa praia da Polinésia Francesa.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/surfe/noticia/2026/08/11/entenda-por-que-a-etapa-da-wsl-de-teahupoo-e-uma-das-mais-esperadas-e-temidas.ghtml.
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