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    Entenda o que aconteceu no Hospital Colônia de Barbacena, onde milhares morreram e corpos foram vendidos a faculdades

    Pacientes no Hospital Colônia de Barbacena Luiz Alfredo/Revista O Cruzeiro O Hospital Colônia de Barbacena, no Campo das Vertentes, ficou conhecido como palco de uma das maiores violações de direitos humanos do Brasil. Ao longo de décadas, milhares de pessoas foram internadas em condições degradantes na instituição, considerada o maior manicômio do Brasil. Estima-se que cerca de 60 mil pacientes morreram no local e que pelo menos 1.800 corpos tenham sido vendidos para universidades e faculdades de medicina do país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Nesta semana,

    G1
    22 de agosto de 2026 às 08:00
    Entenda o que aconteceu no Hospital Colônia de Barbacena, onde milhares morreram e corpos foram vendidos a faculdades
    Foto: G1

    Pedidos públicos de desculpas: o MPF quer que as instituições envolvidas publiquem declarações oficiais reconhecendo as violações cometidas e promovam cerimônias públicas em homenagem às vítimas do Hospital Colônia Preservação da memória : a ação prevê a digitalização de documentos históricos e a criação de um memorial em Belo Horizonte para manter viva a história dos pacientes e das violações ocorridas na instituição Mudanças na formação médica: o órgão pede a inclusão obrigatória de conteúdos sobre violência asilar, direitos humanos e bioética nos cursos da Faculdade Ciências Médicas Nova regulamentação nacional: o MPF solicita que o Ministério da Educação (MEC) edite uma norma nacional para disciplinar a origem, o uso ético e a rastreabilidade de cadáveres utilizados no ensino médico, com mecanismos permanentes de fiscalização Pagamento de indenizações: a ação requer R$ 13,7 milhões por danos morais coletivos, valor calculado a partir do benefício econômico obtido com a comercialização dos corpos. Também pede que a Feluma destine R$ 1,1 milhão ao financiamento de pesquisas acadêmicas independentes sobre o caso. Garantia de não repetição: como medida para fortalecer a política de saúde mental, o MPF pede que a União e o Estado de Minas Gerais sejam proibidos de promover cortes ou contingenciamentos nos recursos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) pelos próximos 15 anos.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/08/22/entenda-o-que-aconteceu-no-hospital-colonia-de-barbacena-onde-milhares-morreram-e-corpos-foram-vendidos-a-faculdades.ghtml.

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