Entenda como o Brasil deixou de ser coadjuvante e virou potência na canoagem velocidade
Isaquias Queiroz é pentacampeão mundial no C1 500m da canoagem em velocidade Muito se questiona o legado das Olimpíadas de 2016 para o esporte brasileiro. O resultado do Campeonato Mundial de canoagem velocidade, realizado no fim de semana, e que terminou com duas medalhas do Brasil (ouro de Isaquias Queiroz e prata da dupla Gabriel/Jacky), mostra um exemplo positivo do trabalho feito para os Jogos do Rio. Nos últimos 10 anos, o Brasil virou potência em uma modalidade na qual não tinha tanta expressão. + Bronze nas Olimpíadas de Tóquio, nadador Fernando Scheffer anuncia aposentadoria aos 28 an
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Ao mesmo tempo em que Isaquias brilhava nas competições adultas, uma nova geração surgia: Jacky Godmann fez um ótimo Mundial Júnior em 2017. Nos Mundiais de categoria de base de 2023 e 2024, o trio Filipe Vieira, Gabriel Nascimento e Matheus Nunes brilhou com medalhas em diversas provas. Este ano, já com uma novíssima geração, com atletas entre 16 e 18 anos, o Brasil conquistou cinco ouros e um bronze no Mundial Júnior, com nomes que devem vingar no adulto a partir de 2029.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/olimpiadas/blogs/brasil-em-los-angeles/noticia/2026/08/31/entenda-como-o-brasil-deixou-de-ser-coadjuvante-e-virou-potencia-na-canoagem-velocidade.ghtml.
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