Encontro com onça-pintada: novas diretrizes estabelecem níveis de risco e como agir
Onça pintada no Pantanal Gustavo Figueirôa/Arquivo Pessoal Encontrar uma onça-pintada perto de uma propriedade rural não significa, necessariamente, que o animal represente perigo imediato. Por outro lado, aproximações recorrentes de áreas habitadas, ataques a animais domésticos ou determinadas mudanças de comportamento exigem atenção e podem demandar a atuação de equipes especializadas. 📱 Acompanhe o Terra da Gente também no Instagram Essas diferenças estão entre os pontos abordados no documento “Diretrizes e Fundamentos para Mitigação de Conflitos entre Humanos e Onças-Pintadas”, elaborado
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Onça pintada no Pantanal — Foto: Gustavo Figueirôa/Arquivo Pessoal
Encontrar uma onça-pintada perto de uma propriedade rural não significa, necessariamente, que o animal represente perigo imediato. Por outro lado, aproximações recorrentes de áreas habitadas, ataques a animais domésticos ou determinadas mudanças de comportamento exigem atenção e podem demandar a atuação de equipes especializadas.
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Essas diferenças estão entre os pontos abordados no documento “ Diretrizes e Fundamentos para Mitigação de Conflitos entre Humanos e Onças-Pintadas ”, elaborado por 15 autores ligados a diferentes instituições brasileiras e estrangeiras.
Segundo divulgação do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), que participou da elaboração, são as primeiras diretrizes brasileiras voltadas especificamente aos conflitos entre pessoas e onças-pintadas.
O documento nasceu das discussões realizadas durante o I Workshop Internacional Conflitos com Grandes Felinos: Riscos, Causas e Soluções, realizado em agosto de 2025, em Campo Grande (MS).
Ao longo de 97 páginas, o material reúne orientações para prevenção, monitoramento e resposta a ocorrências envolvendo a espécie , além de abordar conflitos com a pecuária, ataques a animais de estimação, atropelamentos, comunicação de risco, turismo e formas de valorização econômica da conservação.
A proposta é orientar gestores públicos, pesquisadores, órgãos ambientais e organizações da sociedade civil na prevenção e resolução desses conflitos em Mato Grosso do Sul, com possibilidade de servir de modelo para outros estados brasileiros.
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Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2026/09/23/encontro-com-onca-pintada-novas-diretrizes-estabelecem-niveis-de-risco-e-como-agir.ghtml.

Manchita é uma onça-pintada jovem que já cruza fronteiras entre Brasil e Argentina — Foto: G1
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