Empresa ligada à Refit disputa base de combustíveis no Rio com outras quatro distribuidoras
Empresas vinculadas à Refit (ou Grupo Fit, como também é chamada) e à Direcional Distribuidora disputam base de combustíveis em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) afirma ter recebido reclamações sobre o tema, que está em análise no órgão regulador.

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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Empresas vinculadas à Refit (ou Grupo Fit, como também é chamada) e à Direcional Distribuidora disputam base de combustíveis em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) afirma ter recebido reclamações sobre o tema, que está em análise no órgão regulador.
A World Comércio Atacadista de Combustíveis, ligada à Refit, do empresário Ricardo Magro , tentou assumir 100% das operações da base pouco antes de ter a inscrição suspensa pela Secretaria da Fazenda do Rio. Até então, era a última empresa do grupo em atividade e a área serviria para garantir o abastecimento da rede de postos Gulf , bandeira norte-americana licenciada a Magro no Brasil.

Mas Sada Com Combustíveis, SP Combustíveis, Distribuidora de Combustíveis Torrão e Atlântica Produtos de Petróleo contestam o pedido e dizem ter direito, em conjunto, a 20% da base. Elas afirmam que não foram citadas na autorização de operação emitida pela própria ANP e não houve consulta sobre a tentativa de tomada integral da unidade. Todas são ligadas à Direcional, que também está com a inscrição suspensa pela Secretaria da Fazenda.
Procurado por e-mail na tarde desta quarta-feira (12), a Refit não se pronunciou.
Antiga refinaria de Manguinhos, a empresa teve a inscrição estadual cassada pelo governo fluminense em maio deste ano e a autorização de funcionamento revogada pela ANP no início deste mês, após o cancelamento do CNPJ da empresa.
A companhia está em recuperação judicial e é alvo de investigações da Polícia Federal e da Receita Federal por suspeita de sonegação fiscal. O Ministério Público do Rio defende a conversão da recuperação judicial em falência . As dívidas do grupo com o fisco fluminense somavam R$ 21,4 bilhões em abril.
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Publicado originalmente por UOL. Leia a matéria completa em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/08/empresa-ligada-a-refit-disputa-base-de-combustiveis-no-rio-com-outras-quatro-distribuidoras.shtml.

Entrada da refinaria da Refit, no Rio de Janeiro - Ricardo Moraes-27.nov.25/Reuters · Ricardo Moraes-27.nov.25/Reuters — Foto: UOL
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