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    Emprego com carteira assinada aumenta em agosto; saldo de 2026 é menor em 6 anos

    O Brasil gerou 165,8 mil postos de trabalho formais em agosto, um aumento de 7,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho. Apesar do resultado positivo, o saldo acumulado de empregos formais deste ano é o pior resultado desde 2020. Leia mais (09/29/2026 - 14h51)

    Folha de S.Paulo
    29 de setembro de 2026 às 17:51
    Emprego com carteira assinada aumenta em agosto; saldo de 2026 é menor em 6 anos
    A imagem mostra a fachada de um edifício alto, que é o Ministério do Trabalho e Emprego. O nome do ministério está escrito em letras grandes e douradas na parte inferior da parede do edifício. O céu está claro e azul, e há algumas árvores n — Foto: Folha de S.Paulo

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    O Brasil gerou 165,8 mil postos de trabalho formais em agosto, um aumento de 7,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho. Apesar do resultado positivo, o saldo acumulado de empregos formais deste ano é o pior resultado desde 2020.

    Prédio do Ministério do Trabalho e Emprego na Esplanada dos Ministérios em Brasília - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil · Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
    Prédio do Ministério do Trabalho e Emprego na Esplanada dos Ministérios em Brasília - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil · Rafa Neddermeyer/Agência Brasil — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    De janeiro a agosto de 2026, o país gerou 1,134 milhão de empregos formais. O resultado de 2026 supera apenas o do ano em que em que se iniciou a pandemia da Covid-19 no Brasil, quando foi registrado saldo negativo de 1 milhão de empregos.

    Em agosto, o país teve 2,29 milhões de contratações e 2,12 milhões de demissões.

    Em abril, maio, junho e julho, a economia brasileira registrou os piores resultados para cada mês desde 2020, em resultado que aponta para desaceleração do mercado de trabalho.

    Entenda o debate sobre o fim da escala 6x1
    Entenda o debate sobre o fim da escala 6x1 — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos registraram alta no número de empregos formais. O setor com maior número absoluto de novas vagas foi o de serviços, com mais 110 mil postos formais, seguido pelo setor de construção , com mais 20,8 mil. Indústria e comércio tiveram saldo positivo de 16,6 mil e 16,5 mil, respectivamente. Já a agropecuária teve alta de 1,4 mil, puxada pelo cultivo de cana-de-açúcar, laranja e melão.

    Quatro unidades da federação registraram resultados negativos: Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia. O pior resultado foi neste último, com uma variação negativa de 0,31%.

    As maiores altas foram na Paraíba, onde houve aumento de 1,56% no saldo de empregos formais, seguida por Amapá (1,38%) e Rio Grande do Norte (0,92%).

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    Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/09/emprego-com-carteira-assinada-aumenta-em-agosto-saldo-de-2026-e-menor-em-6-anos.shtml.

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    Prédio do Ministério do Trabalho e Emprego na Esplanada dos Ministérios em Brasília - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil · Rafa Neddermeyer/Agência Brasil — Foto: Folha de S.Paulo

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