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    Empreendedorismo contra a violência: projeto capacita mulheres em Juruti para buscar independência financeira

    Tulipa Kids Redes sociais Como romper o ciclo de abusos e silenciamento que afeta milhares de mulheres todos os dias? Em Juruti, no oeste do Pará, a resposta tem sido construída por meio do conhecimento. Um grupo de 40 mulheres do município está participando de uma capacitação voltada ao empreendedorismo, com o objetivo de fortalecer seus negócios e ampliar sua independência financeira. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A iniciativa ganha ainda mais relevância diante de um cenário de alerta: a violência psicológica foi o tipo de agressão contra a mulher mais denunci

    G1
    27 de agosto de 2026 às 19:35
    Empreendedorismo contra a violência: projeto capacita mulheres em Juruti para buscar independência financeira
    Foto: G1

    Como romper o ciclo de abusos e silenciamento que afeta milhares de mulheres todos os dias? Em Juruti , no oeste do Pará, a resposta tem sido construída por meio do conhecimento. Um grupo de 40 mulheres do município está participando de uma capacitação voltada ao empreendedorismo, com o objetivo de fortalecer seus negócios e ampliar sua independência financeira.

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    A iniciativa ganha ainda mais relevância diante de um cenário de alerta: a violência psicológica foi o tipo de agressão contra a mulher mais denunciado ao Ligue 180 entre janeiro e julho de 2026. Das 98.705 denúncias registradas no período no país, 35,2% (35.284 casos) envolviam esse tipo de abuso, segundo o Ministério das Mulheres.

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    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    Em Juruti, a discussão sobre a segurança das mulheres tornou-se ainda mais urgente após um caso de extrema violência em julho deste ano, quando um vigilante invadiu a casa da ex-companheira, matou o atual marido dela, baleou a mulher e a filha, e morreu em seguida. O episódio chocou a região e acendeu o debate sobre prevenção.

    O perigo invisível da violência psicológica

    Embora a violência psicológica nem sempre termine em tragédia física, especialistas alertam que o abuso se estabelece de forma silenciosa e gradual, sendo frequentemente naturalizado pelas vítimas.

    "A violência não começa no grito. Muitas vezes começa no silêncio, na desvalorização constante e na perda gradual de autonomia emocional e material", explica Karen Scavacini, psicóloga e fundadora do Instituto Vita Alere.

    A falta de uma rede de apoio e a dependência financeira são apontadas como os principais obstáculos para que as mulheres consigam sair de relacionamentos abusivos.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2026/08/27/empreendedorismo-contra-a-violencia-projeto-capacita-mulheres-em-juruti-para-buscar-independencia-financeira.ghtml.

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