Brasil

    El Niño pode encarecer alimentos em até 20%; economistas prevêem impacto na inflação

    El Niño deve ser o mais intenso de que se tem memória Os alimentos podem ficar mais caros para os brasileiros e atingir um pico de preços em até seis meses após os choques climáticos provocados pelo El Niño. É o que aponta um modelo matemático desenvolvido pelo Rabobank com base no histórico do fenômeno no Brasil. Segundo o estudo, os alimentos in natura, como carnes e hortaliças, são os que tendem a encarecer mais. Em um cenário de El Niño forte, os preços dessa categoria podem subir 19,9%, enquanto a alimentação no domicílio avançaria 6,32%. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para

    G1
    23 de agosto de 2026 às 08:00
    El Niño pode encarecer alimentos em até 20%; economistas prevêem impacto na inflação
    Foto: G1

    ➡️ Os alimentos in natura são os que reagem mais rapidamente aos impactos. No caso das hortaliças, isso ocorre porque elas têm ciclos de produção mais curtos, fazendo com que problemas climáticos afetem a oferta mais rapidamente. ➡️ Já os semi-elaborados sentem os efeitos de forma mais gradual, principalmente por causa do encarecimento dos insumos. Essa categoria reúne alimentos que passam por algum processamento antes de chegar ao consumidor, como arroz e feijão. ➡️ Os industrializados , por sua vez, tendem a registrar aumentos mais suaves, porque o preço final também depende de custos como processamento, embalagem, transporte e comercialização.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/08/23/el-nino-pode-encarecer-alimentos-em-ate-20percent-economistas-preveem-impacto-na-inflacao.ghtml.

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