Eclipse lunar raro toma conta do céu de MS; veja os horários do fenômeno de tirar o fôlego
Eclipse lunar. Stephan H./Unsplash. Na madrugada desta sexta-feira (28), um eclipse lunar parcial poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil. A orientação para os entusiastas da astronomia é ficar atento ao céu e ao relógio, conforme explica o professor Hamilton Corrêa, do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Pelo horário de Brasília, o fenômeno seguirá a seguinte sequência: ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1MS no WhatsApp 22h30 (27 de agosto): início da fase penumbral, quando a Lua entra na região de penumbra da Terra, provocando uma sutil reduçã
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/I/SgTIJ1S1yEY014y584Fw/1200-x-800-10-.jpg)
Eclipse lunar. — Foto: Stephan H./Unsplash.
Na madrugada desta sexta-feira (28), um eclipse lunar parcial poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil. A orientação para os entusiastas da astronomia é ficar atento ao céu e ao relógio, conforme explica o professor Hamilton Corrêa, do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Pelo horário de Brasília, o fenômeno seguirá a seguinte sequência:

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1MS no WhatsApp
22h30 (27 de agosto) : início da fase penumbral, quando a Lua entra na região de penumbra da Terra, provocando uma sutil redução no brilho do disco lunar. 23h30 (27 de agosto) : início da fase parcial visível, marcada pelo primeiro contato da Lua com a umbra — a região mais escura da sombra projetada pela Terra. 1h (28 de agosto) : auge do eclipse, quando aproximadamente 93% do disco lunar estará encoberto pela sombra da Terra. 2h52 (28 de agosto) : fim da fase parcial. 4h02 (28 de agosto) : fim da fase penumbral e encerramento do fenômeno.
Conforme o professor, o fenômeno é classificado pelo Observatório Nacional (ON), instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), como um eclipse de caráter “quase total”.
Este será o último eclipse lunar de grande magnitude visível no Brasil até 2029. Em comparação, os eventos previstos para 2027 serão inteiramente penumbrais, provocando um escurecimento quase imperceptível a olho nu.
Já em 2028, os dois eclipses parciais esperados terão magnitudes muito inferiores, com menos de 3% e menos de 33% de cobertura, respectivamente.
Um novo eclipse lunar total com observação favorável no Brasil ocorrerá somente em junho de 2029, ainda conforme o professor Hamilton.
Nenhum equipamento especial é necessário para acompanhar o eclipse. Diferentemente de um eclipse solar, o fenômeno lunar não oferece risco à visão, permitindo que seja observado diretamente a olho nu.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/08/27/eclipse-lunar-raro-toma-conta-do-ceu-de-ms-veja-os-horarios-do-fenomeno-de-tirar-o-folego.ghtml.

O que é um eclipse? — Foto: G1
Compartilhe
Espalhe essa notícia

